Mangá Anohana vol.1

24 agosto 2016
Postado por Livy


"Nós estávamos sempre juntos. Naquele verão... Era ali nosso esconderijo, a nossa base secreta." 
Jinta Yadomi, ou melhor, Jintan, criou com seus amigos, quando criança, o grupo Super Peace Busters. Eles, defensores da paz, acreditavam que seriam amigos para sempre. Até que uma tragédia muda tudo!

Menma morre acidentalmente. E deixa uma ferida incurável para trás. E Jintan, que era o líder do grupo, se culpa. Pois ele acreditava que poderia deixar para o amanhã as palavras que deveria ter dito. Mas não houve um amanhã. 


Cada um dos amigos segue um rumo. O Super Peace Busters já não existe mais. Anos se passam, e em um dia qualquer, Jintan acorda e se depara com o fantasma de Menma. Mas por que só ele conseguia vê-la? E por que depois de tantos anos, ela voltou? Qual é seu último desejo? 

"Ainda não sabemos o nome da flor que vimos naquele dia." 

Esse é o vol. 1 do mangá Anohana. E eu o amei! Estou agarrada a ele e não quero mais largar. Que coisa linda, minha gente! 

Logo no primeiro volume já dá para perceber o quanto esta história é poderosa. Emocionante, nos fala sobre amizade, amor e perdão. Sobre o tempo. E sobre o tempo que achamos ter e não temos. Já prevejo muitas lágrimas! 


Estou louquinha para ler o vol. 2. E o melhor? São apenas 3 volumes para conferir a história completa. Até já procurei o anime e o live action, que estão prontinhos para assistir, porque, né!? Nunca é demais se emocionar!

Sei que parece cedo pra falar, mas prevejo que este será um dos meus mangás favoritos.  



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Bienal do Livro de São Paulo 2016: dicas básicas para aproveitar a visita!

18 agosto 2016
Postado por Livy


Olá, amores! Tudo bem? ❤ A Bienal Internacional do Livro de São Paulo está chegando, minha gente! Quem vai ir? Tem vários amigos meus, blogueiros e instagramers, que vão e estou louca pra conhecê-los! Irei no dia 27! Quero ver vocês lá, hein!? 

E para quem vai a primeira vez, umas dicas rápidas: 

✔ Vá com roupas e sapatos confortáveis, pois estará lotado e você vai andar muito;
✔ Leve água e comida: lá para comer e beber as filas são grandes, a variedade não agrada muito e os preços são bem salgados. Para beber água nos bebedouros, eles ficam localizados nos extremos do salão, o que dificulta, por isso a garrafinha em mãos é indispensável para se manter hidratado;
✔ Leve um mapa do local, assim você vai poder se localizar melhor entre os stands;
✔ Faça uma lista de livros que quer comprar e pesquise preços antes. Minha dica é ficar de olho nos preços do Submarino e Amazon, que sempre fazem promoções de livros. Assim você vai realmente saber se os valores lá na Bienal estão bons e valem a pena;
✔ Tenha paciência: filas, filas e mais filas. Fila para entrar no stand, fila para comprar os livros, fila para usar os banheiros, etc.;
✔ Vá cedo! Quanto mais cedo melhor! Pois a feira vai lotando no decorrer do dia;
✔ Se possível compre seu ingresso antes. Pois na hora a fila é imensa e você provavelmente vai perder algumas horinhas entre comprar e conseguir entrar;
✔ Stands com promoções boas (pelo que lembro da última Bienal de São Paulo): Intrínseca (livros por 2 a 15 reais), Zahar, Cia de Letras, Globo Livros;
✔ Tem muitos stands com livros por 10 reais. Fique de olho, dá pra garimpar bons livros;
✔ Se divirta! :)

A Bienal Internacional do Livro é um evento maravilhoso para se encontrar amigos, autores, o pessoal das editoras e, claro, estar no meio de gente como a gente: que ama literatura! 



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[Resenha] Magônia por Maria Dahvana Headley

16 agosto 2016
Postado por Livy

ISBN: 9788501105882
Série: Magônia, vol. 1
Tradução: Alda Lima
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 308
Classificação: ♥♥♥♥♥
Sinopse: Uma fantasia original com ótimos personagens, complexidade emocional e um universo fantástico. Aza Ray nasceu com uma estranha doença incurável que faz com que o ato de respirar se torne mais difícil. Aos médicos só resta prescrever medicamentos fortes na esperança de mantê-la viva. Quando Aza vê um misterioso navio no céu, sua família acredita que são alucinações provocadas pelos efeitos do medicamento. Mas ela sabe que não está vendo coisas, escutou alguém chamar seu nome lá de cima, nas nuvens, onde existe uma terra mágica de navios voadores e onde Aza não é mais a frágil garota enferma. Em ''Magônia'', ela não só pode respirar como cantar. Suas canções têm poderes transformadores e, através delas, Aza pode mudar o mundo abaixo das nuvens. Em uma brilhante e sensível estreia no gênero young adult, Maria Dahvana Headley constrói uma fantasia rica em nuances e cheia de simbolismo.

Surpreendente e original. Se tem adjetivos que possa usar para definir este livro, seriam estes. Comecei a leitura com muitas expectativas, pois estava louca para ler, mas todas foram superadas e fui fisgada nas primeiras linhas. Primeiro, pela narrativa maravilhosa de Maria Dahvana Headley, depois, pelo desenrolar da trama. Ao final? Espera aí que eu chegou lá!

Uma doença rara, misteriosa e incurável. Pulmões que não funcionam direito. Dificuldade em respirar, como se fosse se afogar com o ar a qualquer momento. Um coração totalmente fora do lugar na caixa torácica. Remédios. Pele azulada, lábios ressecados, idas e vindas ao hospital. Mais idas do que vindas. Isso tudo faz parte da vida de Aza Ray, uma garota de dezesseis anos nada normal. Tudo o que ela conhece é dor e sofrimento.


Mas Aza tem um amigo, e ele faz tudo parecer menos... pior? Jason. Sim, ele sempre esteve ao seu lado. Sempre, secretamente, buscou uma cura. Sempre a fez rir com piadas sem graça, ou contando histórias que parecem ter saído de uma enciclopédia. Eles têm até um jogo, contar pi, e ver quem chega mais longe. Jason sempre esteve por perto.

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[Resenha] A Filha do Império por Raymond E. Feist & Janny Wurts

10 agosto 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788567296340
Série: A Saga do Império, vol. 1
Tradução: Rui Azevedo
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 464
Classificação: ♥♥♥♥♥
 Favoritado!
Sinopse: Mara, a filha mais nova da poderosa Casa dos Acoma, estava destinada a uma vida de contemplação e paz. Mas quando seu pai e seu irmão são mortos, sua vida muda de um dia para outro. Apesar do sofrimento, cabe a ela a tarefa de vestir o manto da liderança e enfrentar as dificuldades e os inimigos implacáveis. Inexperiente na arte de governar, Mara terá de recorrer a toda a sua força e astúcia para sobreviver no Jogo do Conselho, recuperar a honra da Casa dos Acoma e assegurar o futuro de sua família. Mas quando percebe que os inimigos que quase aniquilaram a sua casa vão voltar a atacar com fúria renovada, Mara só tem uma dúvida: será que ela, apenas uma mulher, ainda quase menina, poderá vencer em um jogo perigoso no qual seu pai e seu irmão falharam? 

Reymond Elias Feist é um escritor bem sucedido, bastante elogiado pela crítica especializada e por uma legião de fãs no mundo todo. Sua bibliografia, iniciada na década de 1980 com a Saga Riftwar, que aqui no Brasil foi editado pela Saída de Emergência com o título A Saga do Mago, em quatro volumes: Aprendiz, Mestre, Espinho de Prata e As Trevas de Sethanon. Em 1987, seguiu-se outra saga de repercussão mundial: A Saga do Império, com os volumes: A Filha do Império, A Serva do Império e A Senhora do Império; todos já publicados pela Editora Arqueiro, e vou falar do primeiro volume nesta resenha.

Janny Wurts, a coautora da série, é escritora e ilustradora, autora de livros de fantasia, entre eles a saga The Cycle Fire Trilogy (1984-1999), The Wars of Light and Shadow – dividido em 11 volumes entre os anos 1993 e 2011, além de três livros com histórias independentes e uma dezena de contos.

De início quero salientar que as capas dessa trilogia editadas no Brasil, estão maravilhosas, e as edições estão impecavelmente fantásticas. Essa, de A Filha do Império, descreve perfeitamente o drama vivido pela jovem Mara, regente dos Acoma. É exatamente ela lá no alto daquele torreão, na capa do livro, olhando para a vastidão das terras do seu governo, tão frágil e, ao mesmo tempo, tão poderosa.


E é assim que nós vamos encontrar Mara nos primeiros capítulos do livro, frágil, apavorada, sem saber para onde ir e o que fazer de sua vida. Mas, ao longo da narrativa, à medida em que vamos nos avizinhando do término deste primeiro livro, Mara nos surpreende pela evolução do seu caráter, pela firmeza das suas decisões e pela coragem ao enfrentar um mundo governado exclusivamente por homens, no qual as mulheres não tem outro papel a desempenhar senão o de servir ao seu senhor e marido, e procriar.

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[Resenha] Uma Canção de Ninar por Sarah Dessen

08 agosto 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788555340116
Tradução: Flávia Souto Maior
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 320
Editora: Seguinte
Classificação: ♥♥♥♥♥ 
Sinopse: Remy não acredita no amor. Sempre que um cara com quem está saindo se aproxima demais, ela se afasta, antes que fique sério ou ela se machuque. Tanta desilusão não é para menos: ela cresceu assistindo os fracassos dos relacionamentos de sua mãe, que já vai para o quinto casamento. Então como Dexter consegue fazer a garota quebrar esse padrão, se envolvendo pra valer? Ele é tudo que ela odeia: impulsivo, desajeitado e, o pior de tudo, membro de uma banda, como o pai de Remy — que abandonou a família antes do nascimento da filha, deixando para trás apenas uma música de sucesso sobre ela. Remy queria apenas viver um último namoro de verão antes de partir para a faculdade, mas parece estar começando a entender aquele sentimento irracional de que falam as canções de amor.

Sarah Dessen é sem dúvida uma das maiores autoras de livro YA da atualidade. Com 12 livros já publicados, sua escrita é cativante, contagiante e muito vívida. Em Uma Canção de Ninar (This Lullaby), originalmente publicado em 2002, e somente publicado por aqui agora em 2016, pela Editora Seguinte, nos mostra, mais uma vez, o quanto a escrita é um dom das autora e algo que ela sabe como usar muito bem. As palavras, escritas no papel, parecem quase mágicas.

Neste livro conhecemos Remy, uma jovem completamente cética quando o assunto é amor. Inclusive ela tem 3 regras que segue e das quais não abre mão: 1- Não deixe ficar sério demais. 2- Não deixe ele partir seu coração. 3- E nunca, em hipótese alguma, saia com um músico.

Mas Remy tem seus motivos. Depois de tantos anos vendo os casamentos sucessivos e fracassados de sua mãe -  que vai se casar pela quinta vez -, e tendo sido abandonada pelo pai quando ainda era um bebê na barriga de sua mãe, fica meio difícil acreditar no amor. A única coisa que seu pai, que era músico, sem sequer ao menos conhecê-la, lhe deixa de herança é uma canção. Para piorar ainda tem em sua letra "Aonde quer que vá, Vou te decepcionar, Mas esta canção vai continuar a tocar...". O pai morreu, mas a canção se eternizou, para tormento de Remy. Ela vive uma relação de amor e ódio com relação a isso. É frustante. Para ajudar, sua mãe é escritora e viveu boa parte da vida de Remy trancada em seu próprio mundo, escrevendo suas histórias e delegando à ela responsabilidades das quais ela já está cansada.

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