Grito de Guerra da Mãe-Tigre de Amy Chua

23 março 2011
Postado por Livy



Grito de guerra da mãe-tigre é a história incontestavelmente honesta, muitas vezes engraçada e sempre instigante de uma mãe radical. Por se opor de maneira drástica à indulgência dos pais ocidentais, Amy Chua tomou a decisão de criar as filhas, Sophia e Lulu, à moda chinesa.

As mães-tigres veem a infância como um período de treinamento. Para Sophia e Lulu, isso significa aulas de mandarim, exer-cícios de rapidez de raciocínio em matemática e duas ou três horas diárias de estudo de seus instrumentos musicais (sem folga nas férias, e com sessões duplas nos fins de semana).

Grito de guerra da mãe-tigre expõe o choque das visões de mundo oriental e ocidental no que diz respeito à criação dos filhos. Mas é basicamente a história das expectativas de uma mãe em relação às duas filhas e os riscos que está disposta a enfrentar para investir no futuro de ambas.



Diferentemente da típica mãe ocidental, a mãe chinesa acredita que:
1  Os deveres escolares são sempre prioritários;

2  Um A-menos é uma nota ruim;

3  Seus filhos devem estar dois anos à frente dos colegas de turma em matemática;

4  Os filhos jamais devem ser elogiados em público;
5  Se seu filho algum dia discordar de um professor ou treinador,
sempre tome o partido do professor ou do treinador;

6  As únicas atividades que seus filhos deveriam ter permissão de praticar
são aquelas em que pudessem ganhar uma medalha;

7  Essa medalha deve ser de ouro.

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3 Comentários:

  1. Não dá para ser sempre rígido e cheio de limites a educação dos filhos. Essa coisa de "a criança deve estar dois anos a frente da sua turma em matemática", que loucura isso! Nós estamos vivendo numa sociedade competitiva, mas quanta cobrança para os pequenos!

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  2. A imprensa está babando com esse livro, apenas pelo ítem onde diz que o professor está sempre certo. Essa é a filosofia da imprensa em relação a escola pública. Na escola pública calado o aluno já está errado.
    Interessante que uma professora aposentada de Minas Gerais, a prof. Gloria dos Reis publicou o livro ESCOLA INSTITUIÇÃO DA TORTURA.Nesse livro ela relata um pouco de sua experiência vivida na escola. Se aposentou, criou um blog e se dedica a defesa de aluno de escola pública. A imprensa não escreveu uma linha siquer para aprovar ou divulgar o livro da professora Gloria dos Reis.A imprensa está tão apaixonada pela chinesa e se esquece que lá na China não tem imprensa livre. O maior sonho de um cidadão da China é ter um carro onde ele possa ir de uma provincia para outra.
    Antes de ficar babando pelo livro da chinesa, os nossos jornalistas deviam se lembrar que se liberar geral os maus tratos, as humilhações e as perseguições que aluno de escola pública sofre, vai ir a regra automáticamente para a escola particular. As babás também vão entender que espancar é para educar e não vai adiantar os ricos filmarem que as babás terão a lei do lado delas.
    Parece ingenuidade da imprensa que está valorizando essa mulher.
    Enquanto alguns são a favor da lei Maria da Penha, contra a pedofilia. A favor da cultura da paz, vem uma chinesa com essa aberrração essa covardia em cima do mais fraco com a filosofia que não se pode considerar a auto-estima da criança.
    Queria ver se esses jornalistas, editores de programas de televisão que está dando tanta importância e discutindo esse livro, querem levar essa chinesa para ser babá de seus filhos.
    Pimenta no olho de filho de pobre e de aluno de escola pública é refresco.
    cremildadentrodaescola.wordpress.com

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  3. Eu concordo plenamente com o Tarcisio. Temos que por limites sim, mas não exigir tanto dos pequenos, afinal, são crianças que devem brincar e aproveitar a infância que passa tão rápido!

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