[Resenha] Baseado em Fatos Reais, de Fernando Moreira

31 agosto 2015
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788522031429
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 264
Editora: Agir
Classificação: ♥♥♥♥ 
Todo mundo já ouviu um caso ou presenciou uma cena em que a vida real conseguiu ser mais estranha que a ficção, e todo autor que se preze já usou uma conversa entreouvida no bar ou no ônibus como ponto de partida para a sua próxima obra. Tendo em mãos o melhor arquivo de histórias verídicas quase boas demais para ser verdade, Fernando Moreira resolveu ir além, inspirando-se nas notícias publicadas pelo Blog Page Not Found, criou 14 esquetes que vão fazer rir, pensar e se emocionar. Seja nas ruas gélidas de São Petersburgo, seja na ensolarada Flórida, tudo aqui é verdade, bem, pelo menos em parte…

Fernando Moreira é jornalista fundador do blog Page Not Found que, desde 2006, tem publicado notícias pra lá de inusitadas e interessantes. Na esteira do sucesso do blog, Fernando decidiu escrever um livro com 14 histórias, de centenas de outras presentes no Page Not Found, inspiradas em notícias que beiram o improvável e o absurdo.

Todas as histórias, em forma de conto, são narradas de forma irreverente e com um toque de jornalismo crítico. Fernando Moreira tem uma narrativa bastante peculiar e cativante. Em cada história ele procurar extrair algum tipo de lição de cada caso contado.

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[Resenha] Um Novo Amanhecer, de John Jackson Miller

25 agosto 2015
Postado por Livy

Livro cedido para resenha pela editora
ISBN: 9788576572114
Série: Star Wars
Tradução: Caco Ishak
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 424
Editora: Aleph
Classificação: ♥♥♥♥ 
Desde os terríveis acontecimentos em STAR WARS – Episódio III: A vingança dos Sith, quando todos os Jedi foram perseguidos e condenados à morte, Kanan Jarrus tem vivido na clandestinidade, evitando criar problemas com o Império. Porém, um embate mortal entre as impiedosas forças imperiais e os revolucionários desesperados se mostra próximo demais e impossível de se ignorar. A honra e o senso de justiça do cavaleiro Jedi despertam, e ele volta à ação em uma batalha de grandes proporções contra o mal. Mas Kanan não vai lutar sozinho. Ele contará com a ajuda de aliados improváveis, incluindo a misteriosa Hera Syndulla – que parece ter suas próprias motivações. Enquanto uma crise de proporções apocalípticas surge no planeta Gorse, o grupo enfrenta as forças mais poderosas da galáxia, em defesa de um mundo e de seu povo. Nesta primeira aventura juntos, os protagonistas da série Rebels conquistam seu espaço entre os maiores heróis da série STAR WARS, rumo à luta contra o Império. 

Uma vez mais a Editora Aleph emplaca com um ótimo livro do universo expandido da saga Star Wars. A capa desse livro é um primor. Kanan e Hera estão lindamente ilustrados e já de início nos dão uma antevisão do que vamos encontrar em suas páginas.

Um Novo Amanhecer é uma espécie de preâmbulo narrativo da série de animação para TV: Star Wars Rebels, dos criadores Dave Filoni, Simon Kinberg e Greg Weisman responsáveis pela série televisiva, atualmente exibida no canal Disney XD, e encontra-se na segunda temporada. Kana e Hera são personagens centrais da série, entre outros.

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Especial Aniversário de H. P. Lovercraft (1890 – 1937)

24 agosto 2015
Postado por Livy


Este mês foi aniversário de 125 anos de um dos grandes autores da literatura: H. P. Lovecraft. E hoje vim falar um pouco sobre ele e seus livros. Em 20 de Agosto de 1890 nasceu Howard Philips Lovecraft, em Providence, Rhode Island, USA. Ele foi um escritor estadunidense que se especializou no estilo horror gótico, introduzindo elementos de fantasia e ficção científica em suas histórias. Lovecraft foi criado praticamente pela mãe e pelo avô, e em sua infância foi bastante influenciada pelas obras da Ilíada e Odisseia, de Homero, e clássicos do terror gótico. 

Dagon foi o seu primeiro trabalho profissional, publicado em 1923 na revista Weird Tales. Lovecraft, pelo conjunto de sua obra, é, sem dúvida, o legítimo sucessor de Edgar Allan Poe. Sua obra se imortalizou com o seu nome e ele se tornou referência literária no século XX para escritores de peso como Stephen King, Alan Moore, Neil Gaiman, Robert E. Howard, entre outros. 

Suas histórias são exclusivamente voltadas para o horror, com personagens opondo-se a gnose e ao misticismo, ante o medo das trevas que se antevia adiante, e valores culturais, religiosos e morais criados por importantes movimentos: Iluminismo, Romantismo, Cristianismo e Humanismo. Ele criou o grimório Necronomicon e o Mito Cthulhu em uma série de terror sombrio e envolvente, gerando criaturas e anti-humanos saídos de pesadelos inimagináveis. 

Ao longo de sua vida, Lovecraft sofreu de pesadelos terríveis, e muitos desses pesadelos foram transformados em contos. E isso, certamente, também influenciou a narrativa em seus contos em primeira pessoa e o envolvimento do narrador nos acontecimentos narrados é o elixir utilizado por Lovecraft para seduzir os seus leitores. 

H. P. Lovecraft não só influenciou escritores de peso como Neil Gaiman e Stephen King, como também se tornou influência obrigatória de bandas de rock como a italiana Abgot, a ucraniana Ossadogva, a francesa Dylath-Leen, a britânica Artic Monkey, entre outras. As obras de Lovecraft também influenciaram videogames, como: Fallout 3, Doom, Quake, Castelvania, Terraria e Call of Cthulhu.

O conto The Haunter of the Dark, de novembro de 1935, foi o seu último conto escrito e publicado. Lovecraft também usou vários pseudônimos para suas obras: Lewis Theobald, Humphrey Littlewit, Ward Phillips, Edward Softly. Depois de uma vida conturbada, Lovecraft faleceu em Providence, vítima de um câncer no intestino, em 18 de março de 1937. 

É isso, pessoal. Espero que tenham gostado do post de hoje, bem simples, mas para que conheçam mais sobre um dos autores mais importantes do gênero e da literatura.

Beijos e até o próximo post! 

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[Resenha] Os Assassinos do Cartão-Postal, de James Patterson e Liza Marklund

20 agosto 2015
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788580412710
Tradução: André Fiker
Ano de Lançamento: 2014
Número de Páginas: 304
Editora: Arqueiro
Classificação: ♥♥♥♥ 
Uma viagem a Roma. Jacob Kanon, um detetive da divisão de homicídios do Departamento de Polícia de Nova York, está muito longe de casa. Em sua longa viagem, já conheceu as mais belas cidades da Europa. No entanto, não é a paisagem que o atrai. Para ele, cada café, catedral ou museu é uma pista dos assassinos de sua filha. Um rastro de sangue. A filha de Jacob, Kimmy, é apenas uma peça de um doentio e intricado quebra-cabeças. Amsterdã, Copenhague, Madri, Paris… Em toda a Europa, jovens casais são encontrados mortos com a garganta cortada. Os assassinatos não parecem ter qualquer conexão, além de cartões-postais enviados para os jornais locais dias antes da descoberta de cada crime. Mais pessoas correm perigo. Numa tentativa de salvar as próximas vítimas, Jacob vai se unir à jornalista Dessie Larsson, que acaba de receber um cartão-postal em Estocolmo. O que eles não imaginam é que os crimes têm um propósito bem diferente do que pensavam.

James Patterson dispensa comentários. Ainda mais para um autor que já vendeu mais de 300 milhões de exemplares em todo o mundo. Seus livros são vendidos em mais de 100 países e figuram entre os mais vendidos. A série Alex Cross já rendeu vários filmes no cinema, e a série Clube das Mulheres Contra o Crime uma série de TV. Portanto, se você gosta de romances policiais e de mistério, os livros de James Patterson é uma ótima pedida.

Liza Marklund é uma escritora sueca que nasceu em Pitea, no Condado de Norrbotten, no ano de 1962. Notabilizou-se por sua série de livros policiais protagonizados pela jornalista Annika Bengtzon – que, aliás, é o nome de uma de suas filhas.

Havia um padrão ali, pensou, uma lógica distorcida que ele não conseguia enxergar. Os assassinos estavam tentando dizer algo. Os desgraçados que saíam pela Europa cortando a garganta de jovens casais estavam gritando bem na cara dele.

Os Assassinos do Cartão-Postal é um ótimo thriller policial. Gostei muito dessa capa do livro, com um ar de filme noir, tendo o casal de assassinos em primeiro plano; bem exatamente como um cartão-postal. A diagramação do livro também prestigia-nos pelo bom gosto, pois a leitura flui facilmente por letras grandes e capítulos curtos.

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[Resenha] Darth Vader e Filho + A Princesinha de Vader, de Jeffrey Brown

18 agosto 2015
Postado por Livy


A Editora Aleph lançou dois livros infantis em quadrinhos, em capa dura, do autor e desenhista gráfico Jeffrey Brown. São eles: Darth Vader e Filho e A Princesinha de Vader. São muito amor. Fofos, cheios de humor e muito coloridos! 


Os livros possuem uma qualidade gráfica muito legal, em formato de livrinho de histórias, muito colorido, e com desenhos dos personagens e muitas referências a Darth Vader, Luke Skywaker, Leia Organa, R2D2, Ben Kenobi, Han Solo, Chewbacca, Boba Fet, Jaba, entre outros. 

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Sobre meu "sumiço" e as redes sociais...

17 agosto 2015
Postado por Livy


Tempo. Uma palavra tão pequena, mas tão preciosa.
Vocês já se sentiram sufocados pela falta de tempo? Sufocados por estarem andando no piloto automático? Se sentindo sem motivação repetindo todos os dias as mesmas tarefas, as mesmas coisas. A mesma rotina todo santo dia?

Quem acompanha o blog diariamente, ou pelo menos com certa frequência, deve ter percebido que nas duas últimas semanas eu meio que dei uma "sumida" das redes sociais e do blog. Mas principalmente das redes sociais. Calma gente, eu estou bem, eu estou viva, eu estou respirando! Sim, e respirando melhor do que nunca!

Eu dei uma sumida mesmo, confesso! E o post de hoje é em forma de conversa, bem informal e bem leve. Nada de resenha, nada de dicas, nada de nada. Apenas um pequeno desabafo, um pequeno pensamento, uma pequena pausa na rotina do blog. Justamente para explicar meu pequeno sumiço e o porque decidi me dar férias do blog e redes sociais. Não, não fiquem desesperados... eu não abandonei vocês! Eu juro! Apenas estava precisando parar um pouco para respirar!

Imaginem o seguinte: eu trabalho com o blog totalmente sozinha. Todos os dias tenho dezenas de e-mails para responder, posts para programar (pensar, elaborar, escrever, editar), livros para ler, resenhas para por em dia, redes sociais para administrar. E não é só isso, eu tenho vida também! Tenho, não tenho? Tenho sim! Eu trabalho, faço curso de inglês, tenho amigos, tenho família! E também tenho coisas que amo fazer, como ir ao cinema, sair, ver filmes, séries, animes, etc... E onde tudo isto se encaixava na minha vida? Não se encaixava... este é o problema!

Chegou um momento em que eu simplesmente não estava conseguindo administrar tantas coisas, e estava deixando muitas outras de lado. Meu curso de inglês mesmo, praticamente não estava praticando! Meus amigos, passeios, diversão? Esquece! Ver filmes, acompanhar meus animes e séries? Nada! Meu trabalho? Distraída! E meu cotidiano? Uma bagunça! No blog? Mil tarefas, muitas não finalizadas... e eu? Cansada! 

E tá, você está aí pensando: "Aonde a Livy quer chegar com tudo isso". Meu pequeno gafanhoto, aonde eu quero chegar é bem simples: estar em paz! Estou aqui apenas para bater um papinho com vocês, para que entendam que eu amo vocês, e que jamais abandonaria o blog. Mas que esta pessoa que vos fala também é humana e também precisa de um descanso.

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6 on 6: Lar doce Lar

16 agosto 2015
Postado por Livy

É, sei que sumi! Mas esta semana vai ao ar um post falando justamente sobre isso, os motivos e o que me fez decidir tirar uma "férias" do blog, das redes sociais, etc.

Mas hoje não vim falar do meu sumiço e sim do projeto 6 on 6. Como vocês sabem estou participando deste projeto fotográfico mensalmente, durante seis meses. Este post tinha que ter ido ao ar dia seis, mas, mesmo atrasado vim compartilhá-lo aqui. O tema deste mês é Lar doce Lar, e a ideia é mostrar para vocês um pouco mais sobre mim, meus cantinhos preferidos de leitura, e, claro, envolvendo o melhor lugar na face da terra: meu lar. Posts onde falo mais sobre meu cotidiano e meus hábitos de leitura são bem escassos por aqui, apesar de estar sempre compartilhando dicas com vocês. Então hoje vim falar para vocês sobre como a literatura e meu lar são um par perfeito! 


  • Há pilhas de livros por toda a minha casa... na sala, no quarto, em todo lugar. Logo estarei dormindo sobre livros. Mas é algo que amo, ver os livros espalhados pela casa. Quando está tudo arrumadinho a casa parece sem graça.


  • Caderninhos para anotações estão sempre à mão, mesmo em casa. Sempre fico com minha agenda do lado aonde quer que eu esteja. Uma ideia boa nunca tem hora para surgir, e ela vem sem avisar, no meio de uma leitura, por exemplo. 

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[Resenha] A Cidade & A Cidade, de China Miéville

10 agosto 2015
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788575594131
Tradução: Fábio Fernandes
Ano de Lançamento: 2014
Número de Páginas: 292
Editora: Boitempo Editorial
Classificação: ♥♥♥♥ 
Quando o corpo de uma mulher assassinada é encontrado na decadente cidade de Beszel, em algum lugar nos confins da Europa, parece apenas mais um caso trivial para o inspetor Tyador Borlú, do Esquadrão de Crimes Hediondos – ECH. À medida que avança a investigação, as evidências começam a apontar para conspirações muito mais estranhas e mortais do que ele poderia supor, levando-o à única metrópole na Terra tão estranha quanto a sua: Ul Qoma. As duas cidades ocupam o mesmo espaço geográfico mas constituem nações diferentes, monitoradas por um poder secreto conhecido como Brecha. Em ambas as cidades, ignorar a separação, mesmo sem querer, é considerado um delito imperdoável, mais grave do que cometer um assassinato. 

Voar para Beszel da costa leste dos EUA envolve trocar de avião ao menos uma vez, e essa é a melhor opção. É uma viagem famosamente complicada. Existem voos diretos para Beszel de Budapeste, de Skopje e, provavelmente a melhor opção para um norte-americano, de Atenas. Tecnicamente, Ul Qoma seria mais difícil para eles devido ao bloqueio, mas tudo que precisavam fazer era um pulo no Canadá e podiam viajar diretamente. Havia muito mais serviços internacionais para o Novo Lobo. - pág. 77.

Você achou difícil chegar até Beszel? Então precisa ver o quão difícil é viver numa cidade que, na realidade, são duas cidades coexistindo ao mesmo tempo no mesmo espaço geográfico. Parece loucura, né? E é. A meu ver, doideira total. Os cidadãos de Beszel e Ul Qoma possuem governos distintos, regras e culturas diferentes. Você está de um lado da rua, em Beszel e, ao atravessá-la, estar em Ul Qoma; mas não pode interagir com as pessoas desse lado da rua e muito menos usufruir do que as lojas estão oferecendo em termos de liquidação. Não é coisa de louco?

Agora, imaginem essa situação política e social onde os crimes são tratados da mesma forma. Uma polícia não pode adentrar a área restrita de outro órgão policial da outra cidade. Quando um crime aponta o assassino de outra cidade, por exemplo, existe toda uma burocracia a ser seguida para que a investigação ocorra, e se ficar provado que houve “brecha” - termo usado para indicar que um cidadão de Ul Qoma, ou de Beszel, transgrediram as regras fora de área –, então, o caso é da alçada da Brecha. Esse órgão misterioso, secreto e implacável cuida de assegurar que as regras, as normas, as leis e os espaços sejam preservados. E quando a Brecha é invocada, os seus agentes, tão invisíveis e misteriosos quanto  a própria organização, agem de forma rápida, silenciosa e implacável (pra não dizer, letal).

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[Resenha] Deserto de Ossos, de Chris Bohjalian

05 agosto 2015
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788504019179
Tradução: Rafael Farinaccio
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 344
Editora: Companhia Editora Nacional
Classificação: ♥♥♥♥ 
Em 1915, o massacre de milhares de armênios, perpetrado pelos turcos, tingiu para sempre as areias do deserto sírio com o sangue e os ossos de uma civilização inteira. Em meio a esse cenário desolador, Armen Petrosian, um jovem engenheiro armênio que perdeu a esposa e a filha, e Elizabeth Endicott, uma rica jovem americana, se apaixonam. Mas antes de assumir o que sentem, eles se separam quando Armen se alista no exército britânico e Elizabeth vai trabalhar como voluntária. Ambos testemunharão atrocidades que os marcarão para sempre antes que possam se reencontrar. Quase um século depois, às vésperas do centenário do genocídio, a neta do casal, Laura, embarca em uma jornada pela história de sua família, descobrindo uma história de amor, perda e um delicado segredo que ficou soterrado por gerações. 

Chris Bohjalian é um romancista de renome nascido nos Estados Unidos. É autor de 15 livros publicados em vários países, com boa aceitação de público e crítica. Seu primeiro romance foi publicado em 1988, com o título A Killing in the Real World. Deserto de Ossos foi seu décimo quinto livro publicado. Deserto de Ossos, foi elogiado por Oprah Winfrey, que o descreveu como um livro “retrato sutil de uma das maiores tragédias da história…”.

Os romances de Bohjalian versam, em sua maioria, sobre os direitos humanos, dos animais e o meio ambiente. Sua narrativa sempre gira em torno de um personagem marcante, de características fortes, que sempre se contrapõem com um mais fraco, dependente de ajuda, ao redor dos quais giram uma gama enorme de personagens secundários. Outra característica interessante desse autor, é que ele usa fatos de sua história pessoal, e de sua família, para criar suas histórias, seus personagens, ou alguma situação interessante descrita nos livros. Nesse quesito ele se compara a outro autor que sabe fazer isso como ninguém: Stephen King.

Deserto de Ossos nos conta duas histórias distintas. Uma se passa na década de 1915, em plena Primeira Guerra Mundial, onde, na Síria, Elisabeth Endicott e Armem Petrosian se conhecem e iniciam um romance; noutra, no tempo presente, Laura Petrosian, neta do casal, redescobre a vida dos avós e as vicissitudes enfrentadas por eles durante a guerra. Ambas são narrativas diferentes, pois a de 1915 está na voz do narrador, enquanto que na época presente tem-se a narrativa na ótica de Laura.

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[Resenha] O Príncipe dos Canalhas, de Loretta Chase

03 agosto 2015
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788580413991
Tradução: Ivar Panazzolo Junior
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 288
Editora: Arqueiro
Classificação: ♥♥♥  Favoritado!
Sebastian Ballister é o grande e perigoso marquês de Dain, conhecido como lorde Belzebu: um homem com quem nenhuma dama respeitável deseja qualquer tipo de compromisso. Rejeitado pelo pai e humilhado pelos colegas de escola, ele nunca fez sucesso com as mulheres. E, a bem da verdade, está determinado a continuar desfrutando de sua vida depravada e pecadora, livre dos olhares traiçoeiros da conservadora sociedade parisiense. Até que um dia ele conhece Jessica Trent... Acostumado à repulsa das pessoas, Dain fica confuso ao deparar com aquela mulher tão independente e segura de si. Recém-chegada a Paris, sua única intenção é resgatar o irmão Bertie da má influência do arrogante lorde Belzebu. Liberal para sua época, Jessica não se deixa abater por escândalos e pelos tabus impostos pela sociedade – muito menos pela ameaça do diabo em pessoa. O que nenhum dos dois poderia imaginar é que esse encontro seria capaz de despertar em Dain sentimentos há muito esquecidos. Tampouco que a inteligência e a virilidade dele pudessem desviar Jessica de seu caminho. Agora, com ambas as reputações na boca dos fofoqueiros e nas mãos dos apostadores, os dois começam um jogo de gato e rato recheado de intrigas, equívocos, armadilhas, paixões e desejos ardentes.

Quando o assunto é romance de época eu tenho que confessar que sou apaixonada, desde que conheci estes romances através dos livros de banca há muitos anos atrás! Não são todos, claro, que me atraem, e muitos são um tanto forçados. Confesso que em alguns eu mais dou risada do que consigo levar a sério, pois as situações apresentadas no livro são tão absurdas e cabeludas, e as expressões que as autoras usam são tão indecentes, que dá vontade de largar o livro, ou simplesmente dar risada mesmo! Mas, claro, tem aqueles romances de época que são muito amor; que tem uma história inteligente, bem construída e apaixonante; personagens carismáticos e convincentes. E O Príncipe dos Canalhas se encaixa perfeitamente nesta categoria!

A começar pela ótima narrativa de Loretta Chase. De muitos livros que já li do gênero, com certeza a desta autora foi uma das que mais me conquistou. Ela escreve de uma forma muito gostosa, tanto que eu praticamente devorei o livro e não conseguia parar de ler. E fazia tempo que um romance de época não me prendia tanto! Só me contentei quando cheguei ao final! Sua narrativa é divertida, apaixonada, com diálogos inteligentes, uma história muito bem construída e conduzida, personagens marcantes. Eu realmente fiquei encantada com o modo como ela escreve!

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