[Resenha] Isla e o Final Feliz, de Stephanie Perkins

29 janeiro 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788580577396
Série: Anna, Lola e Isla, vol. 3
Tradução: Amanda Moura
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 304
Editora: Intrínseca
Classificação: ♥♥♥♥ 
Sinopse: Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito. Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes. 


Stephanie Perkins é uma escritora estadunidense, autora dos livros: Anna e o Beijo Francês Lola e o Garoto da Casa ao Lado. Ambos livros da mesma série. Li, agora, o último livro, Isla e o Final Feliz, editado no Brasil pela Editora Intrínseca, que mais uma vez evidencia o jeito divertido e agradável dos romances escritos por Stephanie. Aliás, recomendo que leia os outros livros, antes de ler este. Pois personagens queridos da série aparecem aqui e fecham um ciclo.


Neste romance de Stephanie Perkins, nos deparamos com Isla, uma adolescente tímida que está de férias em Nova York. Ela estuda na SOAP, um colégio em Paris. Após retirar os sisos, meio drogada pelos analgésicos, faminta (pode, e acabou de extrair os sisos!), Isla decide fazer uma parada para um lanche rápido, e aí acaba esbarrando com Josh, o garoto por quem ela é apaixonada há um tempão, e que também está de férias escolar de verão. Filho de Senador, ótimo desenhista, bonito, simpático e, o melhor de tudo, ele corresponde as tentativas de Isla em se aproximar dele. Bom, e aí a coisa só vai engrenar mesmo lá em Paris, quando Isla e Josh se reencontram outra vez e, vencendo a insegurança e a timidez, os dois  iniciam um romance.

É meia-noite, está abafado, e eu devo estar muito dopada por causa dos analgésicos, mas aquele cara - aquele cara bem ali - é ele. O cara."

Stephanie Perkins conseguiu me prender de tal maneira que eu não conseguia dormir. Deitava com o livro pra ler apenas algumas páginas, e quando via atravessava madrugada a dentro. Ela, literalmente, não me deixava dormir. Eu simplesmente não conseguia parar. Estava completamente envolvida neste romance fofo e delicioso, narrado em primeira pessoa pela própria Isla. Sua narrativa é maravilhosamente deliciosa. Seus personagens são simples e pueris, na maioria das vezes, porque seus livros falam justamente de adolescentes; e descrevem a vida atrapalhada, tumultuada, e nem sempre fácil, de uma fase de nossas vidas que dá o que falar. Este livro, assim como os outros, aborda muito bem o tema do amor na adolescência, aquela descoberta do primeiro e verdadeiro amor.

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[Resenha] O Despertar do Príncipe, de Colleen Houck

27 janeiro 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788576572169
Série: Deuses do Egito
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 384
Editora: Arqueiro
Classificação: ♥♥♥♥♥ 
Sinopse: Aos 17 anos, Lilliana Young tem uma vida aparentemente invejável. Ela mora em um luxuoso hotel de Nova York com os pais ricos e bem-sucedidos, só usa roupas de grife, recebe uma generosa mesada e tem liberdade para explorar a cidade. Mas para isso ela precisa seguir algumas regras: só tirar notas altas no colégio, apresentar-se adequadamente nas festas com os pais e fazer amizade apenas com quem eles aprovarem. Um dia, na seção egípcia do Metropolitan Museum of Art, Lily está pensando numa maneira de convencer os pais a deixá-la escolher a própria carreira, quando uma figura espantosa cruza o seu caminho: uma múmia — na verdade, um príncipe egípcio com poderes divinos que acaba de despertar de um sono de mil anos. A partir daí, a vida solitária e super-regrada de Lily sofre uma reviravolta. Uma força irresistível a leva a seguir o príncipe Amon até o lendário Vale dos Reis, no Egito, em busca dos outros dois irmãos adormecidos, numa luta contra o tempo para realizar a cerimônia que é a última esperança para salvar a humanidade do maligno deus Seth. Em O despertar do príncipe, Colleen Houck apresenta uma narrativa inteligente, cheia de humor e ironia.

Colleen Houck é a aclamada autora da série A Maldição do Tigre. O Despertar do Príncipe é o primeiro volume da série Deuses do Egito. Já li um parte da outra série da autora e gosto muito de seu estilo narrativo, além do modo como aborda a mitologia. Então, comecei O Despertar do Príncipe toda empolgada, por dois motivos: primeiro porque amo mitologia egípcia, e é raro ver livros que abordem o tema; segundo pois sei do potencial que Colleen Houck tem. Mas confesso que acabei me decepcionando um pouqinho com esta nova série. 

Inicialmente, uma das coisas que me chamaram atenção é a belíssima capa com letras em relevo com toque ofuscante, brilhante, conforme você gira o livro nas mãos. Também gostei das ilustrações dividindo as três partes da história, são belíssimas, no estilo de mandalas egípcias. 


Falando da história, na metade do livro para o final o ritmo fica empolgante e é ação atrás de ação, bem ao ritmo dos filmes de aventura. Mas até que isso aconteça, a primeira metade, talvez um pouco mais, é bem chata e se arrasta como uma múmia, sem querer fazer trocadilhos. 

Das personagens, a Lily mostrou-se bem antipática, com raros momentos bons; talvez, o que de fato faltou para a garota rica de 17 anos foi carisma, ela parece o centro do mundo, ou o umbigo do mundo, e todos os homens parecem ver nela a única mulher na face da Terra. Isso pra não dizer o quanto ela é mimada. Collen Houck, a senhorita tem problemas com protagonistas mulheres? Por que as suas só conseguem ser irritantes? Já Amon, o príncipe-múmia, me agradou muito mais, pois penso que Colleen dedicou a ele toda sua atenção, criando ao seu redor uma aura que atrai nossa empatia desde o momento em que ele surge na história. Penso que sem Amon, O Despertar do Príncipe não teria se sustentado apenas com Lily.

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Série The Shannara Chronicles - Primeiras Impressões

25 janeiro 2016
Postado por Livy


Oi, lindos e lindas! Hoje eu vim falar de algo muito, muito bom! Vim trazer minhas primeiras impressões da série The Shannara Chronicles, nova série produzida pela MTV. E, gente, que série maravilhosa! Para quem não sabe, eu sou amante de bons livros de fantasia e aventura, e já li dois livros da série da qual a série televisiva é baseada: A Espada de Shannara e As Pedras Élficas de Shannara, ambos lançados em 2014. 


Um misto de mágica com tecnologia primitiva em um reino de fantasia. A história ocorre milhares de anos após a destruição da atual civilização, e é centrada na família Shannara, cujos descendentes possuem magia e protagonizam aventuras com o poder de remodelar o futuro do universo.

Eu comecei a assistir sem nenhuma expectativa, pois eu amo os livros e estava com bastante medo de me decepcionar. Afinal, não é toda adaptação hoje em dia que chega à altura do livro. Mas, para minha imensa surpresa e felicidade, a série é tão boa quanto! 

Até o momento ela conta com 4 episódios, mas tem previsão de ter 10 episódios ao total, e eu assisti todos eles para poder vir falar com vocês. Eu poderia resumir com um simples: por favor, assistam. Mas como eu gosto de provar que a coisa é boa, eu vou mostrar o porque eu fiquei encantada com a série, até o momento.

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DIY Star Wars: Um BB-8 pra chamar de meu!

24 janeiro 2016
Postado por Livy


Quem me acompanha por aqui e nas redes sociais do blog, sabe o quanto eu amo e sou fã de Star Wars. E este fim de semana eu resolvi fazer um DIY (Do it yourself, ou, faça você mesmo) que a minha amiga linda, Tamy, do blog Um Amor de Livro ensinou a fazer há alguns dias atrás. E agora eu tenho um BB-8 só meu! Estou apaixonada! ❤ E, gente, eu amei o resultado e vim contar tudo aqui para vocês.

O que eu precisei para fazer: 

  • 2 bolas de isopor (uma maior que a outra);
  • 3 tintas: branca, preta e laranja (tinta própria para artesanato, Látex PVA Fosca);
  • Papel higiênico;
  • Cola;
  • Pincéis de variadas espessuras;
  • Palitos de dente;
  • Lápis;
  • Um botão (ou algo redondo);
  • Uma tampinha de garrafa;
  • Canetinha preta.

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Uma Pergunta Por Dia

21 janeiro 2016
Postado por Livy


Oi, lindos e lindas! Hoje eu vim falar com vocês sobre o Uma Pergunta Por Dia. Muitos leitores me perguntaram sobre ele e estavam cheios de dúvidas de como ele é, como funciona, como é por dentro. Se é livro, se é diário, se é interativo. Então, justamente pensando em esclarecer estas dúvidas, resolvi fazer um post especial mostrando como ele é e explicando como funciona.


Antes de mais nada: ele é um diário, em formato de livro mesmo, e em capa dura. Mas não um diário comum, e é aqui que está a sua graça. Talvez você o conheça como o famoso Q & A (Questions and Answers), ou, neste caso, One Question a Day. Pois bem, e qual o motivo dele ser diferente? Ele é diferente porque apresenta uma pergunta por dia, que você deve responder durante 5 anos. São 365 perguntas e 1.825 respostas


Olhem só ali na foto, a cada dia temos uma pergunta, e abaixo os espaços para as 5 respostas. Como vocês podem ver, é uma resposta por ano, durante 5 anos. Ou seja, você irá responder uma pergunta este ano, e no ano que vem a responderá novamente, e no ano subsequente a responderá de novo... e assim sucessivamente. 


Eu adorei esta ideia do diário. É mais ou menos como uma capsula do tempo. Sabe quando escrevemos um recado ou carta para nós mesmos lermos daqui há alguns anos? É a mesma temática. O legal é que em cada ano podemos rever aquilo que respondemos no passado. Com certeza é um ótimo meio de reflexão e de termos perspectiva de tudo aquilo que aprendemos e o quanto evoluímos e/ou mudamos. Além de ser super divertido.

As perguntas são das mais variadas possíveis, desde as mais simples como: como foi o seu dia?, até as mais complexas que nos fazem refletir sobre nossos sentimentos e sonhos.  Eu não sei vocês, mas quando eu era adolescente, amava escrever em diários, e ainda hoje mantenho o hábito de ter várias agendas para escrever pensamentos e ideias. Isto tudo é muito nostálgico! ❤ Então, o legal deste diário é que, em meio à tanta tecnologia presente no nosso dia, ele resgata a essência do que é guardar recordações.

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[Resenha] O Trono de Diamante, de David Eddings

20 janeiro 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788576572169
Série: Elenium, vol. 1
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 408
Editora: Alpeh
Classificação: ♥♥♥♥ 
Sinopse: Após dez anos de exílio, Sir Sparhawk, cavaleiro da Ordem Pandion, retorna a Elenia e encontra sua terra natal imersa em sombras. O inescrupuloso Annias, primado da Igreja e membro do Conselho Real, manipula o débil príncipe regente para governar de fato, visando seus próprios interesses. A legítima soberana, Ehlana, acometida por uma estranha doença, jaz adormecida em seu trono, protegida por uma barreira de cristal. Graças a um poderoso feitiço, seu coração ainda pulsa, mas ela não resistirá a menos que uma cura seja encontrada antes que transcorra um ano. Sparhawk parte, então, em uma busca obstinada para salvar sua rainha e seu reino, travando uma luta incessante contra o tempo, as autoridades vigentes e toda sorte de perigos – reais e sobrenaturais. Nessa jornada de luz e sombras, ele contará com a ajuda de seus irmãos de armas, de seu escudeiro fiel, de uma feiticeira, de um jovem ladrão e de uma misteriosa menininha, cujas origens são desconhecidas.

David Eddings, nascido em 1931 e falecido em 2009, foi um escritor estadunidense que se especializou em romances de fantasia épica (ou medieval) e ficção científica. Sua bibliografia conta com várias séries de sucesso, publicadas entre as décadas de 1980 e meados de 2006. A trilogia Elenium foi lançada em 1986, com o primeiro livro: The Diamond Throne (O Trono de Diamante); seguida por The Ruby Knight (1990) e de Saphire Rose (1991), ainda inéditos no Brasil. A última série escrita pelo autor foi The Dreamers, composta por quatro livro, editados entre os anos de 2003 e 2006.

O Trono de Diamante, lançado no Brasil pela Editora Aleph, é o primeiro livro de Eddings que leio. Nesse livro o estilo está mais para a fantasia medieval, do que para a fantasia fantástica como vemos em outros livros, inclusive os de J.R.R. Tolkien. A meu ver, e sem vacilar, David Eddings possui um estilo próprio que o diferencia dos outros autores – principalmente os atuais –, que misturam a fantasia fantástica com a épica; ou que ficam apenas com o primeiro gênero. Eddings tem uma peculiaridade em criar personagens, descrever lugares e desenvolver situações que o tornam um autor autêntico.

Em O Trono de Diamante temos vários elementos de um romance histórico, fantasiado, que descreve um mundo ou um universo que, apesar de ser muito semelhante com o que vivenciamos na chamada Idade Média, é, por sua vez, sui generis; como se existisse noutra dimensão. Casas, castelos, paisagens, situações políticas e até do cotidiano das cidades, parecem arremeter para o modo de vida feudal do Europa Medieval. Mas as comparações param exatamente por aí.

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Peanuts, O Filme

19 janeiro 2016
Postado por Livy


Eu sou simplesmente apaixonada por Peanuts. Quem não conhece Snoopy, o cachorrinho mais famoso do mundo, e seu dono azarado Charlie Brown? Para quem não sabe, Peanuts surgiu como uma tira de jornal, escrita e desenhada por Charles Schulz, e foi publicada entre 1950 a 2000. Peanuts conquistou o mundo, ganhando o amor de dezenas de países, conquistando milhares de leitores e admiradores, e sendo traduzido para 40 línguas. 

Semana passada eu publiquei aqui no blog um post especial falando da edição belíssima de Peanuts Completo 1963 a 1964, publicado pela Editora L&PM. Neste post vocês podem ter uma noção da graça que são essas tirinhas e o trabalho de Schulz. Também tinha o desenho animado. Mas hoje vim falar de Peanuts, O Filme e quanto fofura transborda desta produção! Sério, já ganhou como o filme mais fofo do ano e da vida! 


A história de Peanuts neste filme é simples, nada de mirabolante, mas é aí que está a graça toda. Pois trouxe exatamente a essência do que é Peanuts e nos faz lembrar dos motivos que nos fazem amar esta turminha! Não consegui enxergar defeito algum, e a inocência e pureza do longa o faz se firmar como uma ótima opção de diversão para toda a família, para qualquer idade. 

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[Resenha] Toda Luz que Não Podemos Ver, de Anthony Doerr

15 janeiro 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788580576979
Tradução: Maria Carmelita Dias
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 528
Editora: Intrínseca
Classificação: ♥♥♥♥ 
 Favoritado!
Sinopse: Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu. Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial. Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em Toda luz que não podemos ver, um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. 

Anthony Doerr é um autor estadunidense nascido em Cleveland, Ohio, com uma carreira promissora que já lhe rendeu várias premiações por suas obras literárias. Seus livros estão todos muito bem cotados nos sites online de literatura, com pontuações acima de 4 estrelas. Toda luz que não podemos ver é seu segundo romance. O primeiro romance foi About Grace, de 2004, ainda inédito no Brasil. Doerr também publicou dois livros de histórias: The Shell Collector (2002) e Memory Wall (2010).

Em Toda luz que não podemos ver, temos um romance em terceira pessoa, cujos acontecimentos transcorrem entre os anos de 1940 e 1945, intercalando-se passado e presente numa sucessão de recordações que se afunilam até um ponto de junção. Desta forma, a narrativa de Doerr se torna fluente, precisa, e com boa execução dos detalhes, ambientação e diálogos bem construídos; porém, peca pela delonga, arrastando a trama por 528 páginas quando poderia tê-la executado em menos de trezentas. Os capítulos curtos compensam o excedente de páginas, tornando a leitura o menos enfadonha possível.

No entanto, Doerr cultiva os seus méritos ao nos apresentar uma história sensível, tocante, emocionante e humana. Os personagens são cativantes, e em algumas páginas nos afeiçoamos tanto por Marie-Laure que a queremos tê-la como amiga, ou mesmo como uma irmã. A forma como o pai de Marie lhe ensina a andar sozinha pela cidade é emocionante; demonstra o quanto nós, como seres humanos, podemos superar situações e dificuldades muitas vezes visto como intransponíveis, ou insuperáveis. E essa narrativa envolvente nos faz debulhar as mais de quinhentas páginas com tranquilidade.

Toda luz que não podemos ver não fala tão somente da Segunda Guerra Mundial. O pano de fundo é a ocupação nazista na França, durante a guerra, mas também trata da relação entre os personagens e seus dramas, além de nos oferecer um mistério envolvendo a lenda de um valiosíssimo diamante que, segundo dizem, pode facultar ao seu portador o poder da imortalidade. Agora, imaginem se isso não é do interesse dos nazistas? Afinal de contas, naquele período sombrio da História, os nazistas estavam caçando relíquias sagradas por toda parte, a pedido de Hitler.

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Nerdloot #4, Beyond The Space

14 janeiro 2016
Postado por Livy


Que eu sou a louca dos produtos nerds e geeks não é segredo! Sou geek assumida e amo colecionar! E recentemente descobri uma Box Mistery, ou Caixa Surpresa, super fantástica. E melhor? Somente de produtos geeks. Claro que eu surtei e quis logo comprar para ver como é que é. Infelizmente eu só descobri esta caixa já na quarta remessa, perdi as três anteriores que estavam com temas bem legais: games, super herois e age of swords.  


Este box nerd é da Nerd Universe, mas tem um site só de vendas das caixas surpresas, que é o NerdLoot. Lá você pode fazer a assinatura e receber as caixas mensalmente, ou pode comprar uma por mês separadamente, que é o que pretendo fazer. Como cada mês temos um tema especial, vou comprar de acordo com os temas que mais me interessarem e mais me identifico (apesar de que, confesso, teria comprado todos até agora se eu tivesse descoberto antes). 

O valor da caixa é R$69,90. Com este valor você recebe uma camiseta (que é da Nerd Universe) + de 5 a 6 produtos aleatórios de acordo com o tema (já teve de tudo: chaveiros, poções, pelúcia, imãs, pôsteres, livros, colecionável, etc.). Por 34,90 você leva uma camiseta + um produto aleatório (mas não vi ninguém até hoje que tenha comprado este). 


Eu comprei meu Loot #4, que era a caixa surpresa de Dezembro e o tema era Beyond The Space. Logo na hora pensei: "Putz, Star Wars!". E dito e feito. Paguei R$83,90 pois já comprei com frete incluso. E eis que recebi a caixa. E gente, só tenho elogios e vou falar mais sobre ela e tudo o que recebi. Minha única observação negativa é sobre a demora no envio da caixa, mas a NerdLoot já fez um comunicado avisando que estão mudando o processo de envios para agilizar as entregas. Amém!


Antes de começar a falar dos produtos que vieram na caixa, tenho que ressaltar a qualidade e o custo-benéfico. Por R$83,90 recebi produtos de ótima qualidade, embalados cuidadosamente e com muito capricho, e com detalhes e brindes lindos. Além de virem dentro de um saco plástico, e dentro de uma caixa bem reforçada e linda, cheia de ilustrações por dentro. Olha esses cards lindos que acompanham cada produto!


Ao todo vieram 7 produtos sendo eles: 2 camisetas, um botton, um jogo de imãs de geladeira, um pôster, um exemplar do livro "Livro dos Sith" uma pelúcia/mini almofada. Faça as contas comigo: cada item saiu por R$12,00!!!! Gente, só uma camiseta custa uma média de R$50,00 a R$70,00. Só o Livro dos Sith custa uma média de R$30,00 a R$50,00. Então, você me pergunta: valeu a pena? Claro que valeu meu jovem padawan! Como eu disse, só uma camiseta já dá praticamente o valor que eu paguei por 7 produtos. Imagine então que veio duas! Caramba!

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Peanuts Completo 1963 a 1964, de Charles M. Schulz

13 janeiro 2016
Postado por Livy

   ISBN 9788525431653 | Ano 2014 |  330 Páginas | Valor: R$59,90 | Volume Sete Editora L&PM 
Livro cedido pela editora para resenha
Classificação: ♥♥♥

Sinopse: Peanuts completo:1963-1964 introduz alguns dos mais curiosos personagens que vêm se juntar à turma de Charlie Brown: o menino que se chama “555 95472”, mas é conhecido apenas como “5”, e suas duas irmãs, a “3” e a “4”. Nunca ouviu falar deles? Esta é apenas uma das muitas surpresas deste volume. Aqui também se encontram duas das mais vexatórias histórias de Charlie Brown tentando impressionar a garotinha ruiva no beisebol (não é necessário dizer que as coisas não saem como o esperado) e algumas tiras de histórias que nunca foram publicadas em conjunto, incluindo a malsucedida tentativa de Linus de concorrer à presidência do conselho estudantil e a traumática passagem de Snoopy pelo hospital. A introdução deste volume é de Bill Melendez, único animador autorizado a adaptar as tiras de Schulz para a televisão e amigo do autor por mais de quarenta anos." (L&PM Editores, 2014)
  

O Peanuts O Filme estreia amanhã, dia 14, e hoje resolvi trazer para vocês a resenha deste livro super especial e muito lindo! Peanuts Completo 1963 a 1964, de Charles M. Schulz foi editado pela Editora L&PM e está muito lindo, gente!


Eu gostaria de conversar um pouco com vocês a respeito da Grande Abóbora…

Charles M. Schulz nasceu em Mineápolis, Estados Unidos, em 1922. Foi cartunista criador da série mundialmente famosa: Peanuts, além dos personagens Charlie Brown e do Snoopy, o cachorro mais famoso dos desenhos animados.

Em 1950, Schulz iniciou a série Peanuts com uma paixão que duraria 50 anos. Ele faleceu em 2000, aos 77 anos de idade, na cidade de Santa Rosa, nos Estados Unidos. Em 1998, Charles Schulz ganhou uma estrela na calçada da fama em Hollywood. Segundo alguns críticos e fãs do cartunista, Charlie Brown é a caricatura de Charle Schulz quando criança. 

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[Resenha] O Mapa de Vidro, de S. E. Grove

12 janeiro 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788576863540
Tradução: Paulo Ferro Junior
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 398
Editora: Verus
Classificação: ♥♥♥ 
Sinopse: Boston, 1891. Sophia Tims vem de uma família de grandes cartógrafos. Desde a Grande Ruptura em 1779, quando todos os continentes foram lançados a uma era diferente – da pré-história a um futuro distante – esses exploradores viajam e mapeiam o que é conhecido como Novo Mundo. Há oito anos, desde que seus pais não retornaram de uma missão urgente, ela vive com seu tio Shadrack, o melhor cartógrafo em Boston. A vida com seu brilhante, adorado e distraído tio, ensinou Sophia a cuidar de si mesma. Quando Shadrack é sequestrado por pessoas que estão atrás de um poderoso artefato, ela é a única que pode salvá-lo. Ao lado de Theo, um refugiado do oeste, ela embarca em uma aventura por cidades secretas e mares desconhecidos baseando-se apenas nos mapas deixados por seu tio e sua intuição. O que Sophia e Theo não sabem é que suas próprias vidas estão em perigo quando se descobrem segredos há muito enterrados.

O Mapa de Vidro é o primeiro livro da série Mapmakers, de S. E. Grove. O segundo livro da série, The Globe Specific, já foi lançado, e ainda é inédito no Brasil. O livro editado pela Verus Editora está muito bonito, a começar pela capa num estilo bem jovem e steampunk, que eu amei. A composição gráfica do miolo ficou muito bacana também, com ótimos mapas para melhor posicionar o leitor dentro da narrativa. Aliás, uma narrativa bem gostosa e cheia de magia, aventura, ação e ficção, onde a realidade e fatos históricos mesclam-se com o imaginário da autora, tecendo-nos uma trama onde tudo é possível acontecer.

A nossa personagem principal é Sophia Tim, uma garota de 13 anos que nasceu numa família de cartógrafos. Órfã, há oito anos, Sophia vive com o tio Shadrack, professor, explorador, pesquisador, geógrafo e um dos maiores cartógrafos do mundo. Os sonhos de Sophia de partir em companhia do tio para procurar os pais desaparecidos nas Terras Baldias é subitamente frustrado com o sequestro de Shadrack. Seguindo as determinações de um bilhete deixado pelos sequestradores, Sophia e um amigo chamado Theo, das Terras Baldias, seguem numa difícil missão de resgate do tio.


No meio do caminho, é claro, a missão de Sophia e Theo se amplia e eles se veem no meio de uma aventura que os levam por lugares exóticos, fascinantes e inimagináveis, interagindo com personagens incríveis. E para nãos e perder pelo caminho, Sophia se utiliza dos muitos mapas e livros de seu tio.

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[Resenha] Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han

11 janeiro 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788580577266
Tradução: Yma Vick
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 320
Editora: Intrínseca
Classificação: ♥♥♥
Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos.
Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

Sabe aquele livro fofo e super gostoso de ler, que você mal vê as horas passando e quando se dá conta já terminou de ler o livro e ainda quer mais? Pois então, Para todos os garotos que já amei é exatamente este livro.  Que leitura deliciosa e relaxante! Apesar da história até mesmo simples e juvenil, a história de Jenny Han tem aquele quê de doçura e inocência, aquela coisa de nostalgia de quando a gente lê um livro que nos prende justamente pela sua simplicidade.


Aqui acompanhamos a história de Lara Jean, uma garota como qualquer outra, com sonhos e planos como qualquer outra. Ela e suas irmãs, Margot Kitty, vivem com o pai viúvo. Ainda sentem falta da mãe, mas vivem bem e em harmonia. Mas Margot está para ir embora do país para a faculdade, e o que será de Lara e Kitty sem ela, já que é ela que coloca ordem na família e as mantém unidas? O que será de Josh, o namorado de sua irmã, e melhor amigo das garotas? Esta parece ser uma questão até simples perto do que está para acontecer com Lara. 

Ela adora escrever cartas. Mas não são qualquer cartas. São cartas de amor que não deram certo. Cartas de despedida para todos os garotos que ela já amou. E nas cartas ela escreve tudo aquilo que ela sente, tanto as cosias boas quanto as ruins. Só assim ela consegue colocar um ponto final nos sentimentos e deixá-los para trás. São cinco cartas ao todo, repletas de verdades, sem mentiras ou falsidades. E ela guarda todas as cartas em sua caixa azul-petróleo que ganhou da mãe de presente. Um dia a caixa some, e desesperada Lara descobre que seu conteúdo também. Misteriosamente, os destinatários das cartas que ela escreveu começam a recebê-las e uma confusão enorme começa a acontecer na vida de Lara. A vida controlada de Lara vira de pernas para o ar e agora ela terá que lidar com tudo aquilo que ela não queria encarar de verdade.

Eu gosto de preservar coisas. Não coisas importantes como baleias, pessoas ou a natureza. Coisas bobas. Sinos de porcelana, do tipo que se compra em lojas de lembrancinhas. Cortadores para massa de biscoito que nunca vou usar, porque, afinal, quem precisa de um biscoito em formato de pé? Fitas para cabelo. Cartas de amor. De todas as coisas que guardo, acho que posso afirmar que as cartas de amor são meus bens mais preciosos. 

[...] Uma para cada garoto que amei - cinco ao todo. Quando escrevo, não reprimo nada. Escrevo como se ele nunca fosse ler. Porque não vai mesmo. Cada pensamento secreto, cada observação cuidadosa, todos os sentimentos que guardei dentro de mim, coloco tudo na carta. Quando termino, fecho o envelope, escrevo o endereço e coloco dentro da caixa de chapéu azul- petróleo.  


De início achei que não ia gostar muito da leitura. Em algumas partes não entendia até que ponto a autora queria chegar, se ia para algum lugar ou tudo não passaria apenas de uma história clichê de adolescentes. Mas ela me surpreendeu positivamente. A leitura de Para todos os garotos que já amei flui de uma forma muito prazerosa. Eu adorei a narrativa da Jenny Han. Sua história é muito real, relatando o dia a dia de Lara, e como ela lida com a situação. É uma história tranquilha e saborosa como um suco em um dia quente de verão. É refrescante e dá aquele alívio, sabe? 

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PicBook Project: Ano Novo, Livro Novo!

09 janeiro 2016
Postado por Livy


O PicBook (picture + book) é um projeto de fotos e livros, e foi criado pela Maidy do Dear Maidy, junto com a Brenda, do Postando Trechos, e o propósito dele é mostrar nosso amor por livros e aperfeiçoarmos nossas técnicas em fotografar, juntando duas coisas que são puro amor num lugarzinho só.

❤ Como funciona: 

Cada mês teremos um tema e teremos que escolher um livro para fotografar, falando sobre ele. 

❤ Quem participa? 

São 12 blogueiras lindas que participam do PicBook Project e você pode conhecer elas e seus blogs clicando nas fotos no fim deste post.

❤ Ano Novo, Livro Novo 

O tema deste mês era Ano Novo, Livro Novo e tínhamos que fotografar o livro mais novo da nossa estante. No meu caso tinha alguns livros novos na estante, pois ganhei de presente de Natal. Dentre eles escolhi o A Corte de Espinhos e Rosas por dois motivos simples: ele era a edição mais bonita para fotografar e eu não resisti; e porque minha amiga Fran do Diário de Uma Leitora Compulsiva, que me deu ele de presente, leu e diz que vou amar! ❤ Então vamos conferir meu ensaio fotográfico?

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[Resenha] Ligeiramente Casados, de Mary Balogh

08 janeiro 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788580413212
Tradução: Ana Rodrigues
Ano de Lançamento: 2014
Número de Páginas: 288
Editora: Arqueiro
Classificação: ♥♥♥ 
Sinopse: À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse “Custe o que custar!”. Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum. Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela… a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias. Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar. Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados…

Mary Balogh é uma escritora inglesa de 71 anos que nasceu em 1944, no País de Gales. É uma escritora talentosa e mundialmente conhecida por seus romances, os quais sempre presentes na lista dos mais vendidos do New York Times. Ela começou a escrever apenas por hobby, e seu primeiro romance, Regency, foi publicado em 1985. Desde então, ela já escreveu mais de 70 livros e mais de 30 novelas. Balogh já ganhou sete prêmios Waldenbooks Awards e 2 prêmios B. Dalton por seus romances best-sellers.

“A cama dele na hospedaria Three Feathers era dura; o travesseiro, cheio de grumos; acerveja, insípida; a comida, ruim; o serviço, lamentável; a taverna, barulhenta, e faltava certo asseio em tudo, embora o estabelecimento não fosse exatamente sujo.” – Pág. 19

Ligeiramente Casados é um romance de época que inicia-se na França, em 1814, e prossegue na Inglaterra do mesmo ano. É o primeiro livro da Saga Os Bedwyns, a qual já conta com seis livros.


Os Bedwyn é uma família de seis irmãos e irmãs, homens e mulheres cheios de paixão, privilégios e sensualidade. Algo bem típico desse tipo de romance. E nesse meio tem amor, muitas tentações, escândalos, e Aidan que descobre que o casamento pode ser algo mais do que uma união matrimonial.

No campo de batalha o Coronel Lord Aidan Bedwyn faz uma promessa a seu amigo Percy para auxiliar Eve Morris, no Solar Ringwood, em Oxfordshire. Aidan é um homem íntegro e honrado, um soldado, com uma mentalidade austera, tanto por criação quanto por ideologia. Eve, por sua vez, não é o tipo de mulher frágil, dondoca, que fica chorando pelos cantos a espera de um afago. Eve é uma mulher de fibra, uma pessoa amável e adorável que vê nos seus semelhantes mais do que pessoas: ela os trata como iguais; ela cuida de uma tia e de dois filhos adotivos, além de um cachorro muito peralta e é responsável por uma propriedade imensa, onde trata seus empregados com todo o respeito possível.

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Desafio 12 Meses de Poe

Postado por Livy


Oi, pessoal! 

Como falei lá no Instagram, estou participando de um projeto bem legal e hoje vim falar um pouco sobre ele com vocês. É um projeto de leitura coletiva das obras de Edgar Allan Poe, na qual temos que ler um conto do autor por mês. 

O #12mesesdepoe foi criado e desenvolvido pela Anna Costa em janeiro de 2016. A ideia do desafio é incentivar a leitura das obras do Poe, através da leitura de seu conhecidos contos e de outros que nem são tão conhecidos! Eu adorei a ideia, pois considero Poe um dos grandes nomes da literatura, e suas obras são fantásticas. Pena ser um autor tão pouco comentado, e até um tanto esquecido. Vamos mudar isso?

Como vai funcionar?

É muito fácil e gostoso de participar, gente! A Anna criou um calendário onde estipulou um conto a ser lido por mês. Ela colocou principalmente contos menos conhecidos do autor, mas que ainda assim são acessíveis por serem de domínio público e se achar fácil na internet. Olha os contos que ela selecionou para serem lidos a cada mês:

Janeiro: Metzengerstein
Fevereiro: O Demônio da Perversidade
Março: Hop-Frog
Abril: Morella
Maio: Revelação Mesmeriana
Junho: O Enterro Prematuro
Julho: O Escaravelho de Ouro
Agosto: O Coração Denunciador
Setembro: O Caixão Quadrangular
Outubro: Berenice
Novembro: Ligéia
Dezembro: O Retrato Oval


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6 on 6: Verão

07 janeiro 2016
Postado por Livy


Olá, pessoal! 

Hoje vamos conferir mais um 6 on 6 aqui no blog, e o tema do mês é Verão. Como eu não viajei e não fui para a praia, a ideia de tirar fotos com sol, areia e mar falhou. Por isso decidi dar Dicas de Leituras leves, gostosas e tudo de bom para aproveitar bem o verão em ótima companhia e com muito bom humor. Confira:


Para começar com as indicações, separei 3 livros maravilhosos que tem como tema central a amizade. São livros leves, tocantes e agradáveis de ler. O Pessegueiro é um dos meus livros favoritos da vida, pois sua história é tão singela, mas tão bela! O Pão da Amizade tem uma história poderosa sobre o amor e convivência, e vale muito a pena ser lido e sentido! Lonely Hearts Club já é um livro mais juvenil, mas é divertido e muito gostoso de ler.



Depois, separei livros que falam sobre o amor, principalmente romântico. São leituras para aproveitar o verão com histórias deliciosas. Para Todos os Garotos que já Amei é um livro muito, muito fofo e além de falar dos primeiros amores da juventude, traz as relação familiar e de amizade em evidência. A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista é praticamente um palavrão (risos)! Este livro é daqueles para ler em uma sentada só, super rápido e gostoso. Um Amor de Cinema é um dos meus amorzinhos literários, divertido e romântico, um dos melhores que já li do gênero. Anna e o Beijo Francês, nem preciso falar o quanto este livro é maravilhosamente delicioso, preciso? Vou deixá-los com um quote do livro que eu amo: É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar?


Agora vamos para as indicações daqueles livros diferentes. Sabe aqueles livros com frases, pensamentos e textos super positivos e alto astral? Pois estes são os livros que você estava procurando: Rotina & Rabisco; Segundo Eu me Chamo Antônio e Coisas Bem Legais Para ser Muito Feliz. Além de serem lindos e trazerem belas mensagens, as edições são um capricho!

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[Resenha] Eu Sou a Lenda, de Richard Matheson

05 janeiro 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788576572718
Tradução: Delfin
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 384
Editora: Aleph
Classificação: ♥♥♥ 
Sinopse: Uma impiedosa praga assola o mundo, transformando cada homem, mulher e criança do planeta em algo digno dos pesadelos mais sombrios. Nesse cenário pós-apocalíptico, tomado por criaturas da noite sedentas de sangue, Robert Neville pode ser o último homem na Terra. Ele passa seus dias em busca de comida e suprimentos, lutando para manter-se vivo (e são). Mas os infectados espreitam pelas sombras, observando até o menor de seus movimentos, à espera de qualquer passo em falso… Eu sou a lenda, é considerado um dos maiores clássicos do horror e da ficção científica, tendo sido adaptado para o cinema três vezes. 

Richard Matherson (1926-2013), foi um escritor, roteirista e colunista estadunidense, bacharelado em jornalismo, que se notabilizou por escrever romances de terror, ficção científica e fantasia. Iniciou sua carreira em 1950, escrevendo contos. Seu primeiro livro, Someone is Bleending, surgiu em 1953. A partir daí, Matherson acumulou sucessos literários como: Eu Sou a Lenda (1954); The Shrinking Man (1956); Hell House (1971); What Dreams May Come (1978); entre outros.


Muitos de seus livros tornaram-se filmes, como Eu Sou a Lenda, filmado em 1964 com o título de The Last Man on Earth (O último homem na Terra), estrelado pelo ator Vicent Price, e na versão de 1971, com o título The Omega Man, estrelado pelo ator Charlton Heston; e duas novas versões em 2007: I Am Legend, com Will Smith, e I Am Omega, com Mark Dacascos.

Richard Matherson também colaborou com séries de TV, como Além da Imaginação e Star Trek, a série original. Em 63 anos de carreira como escritor, produziu mais de 28 livros e quase uma centena de contos. Dois filmes baseados em seus livros merecem destaque pela qualidade literária, voltado para o amor e o enlevo espiritual: Em Algum Lugar do Passado (1980), estrelado por Christopher Reeve e Jane Seymor; e Além da Vida (1998), estrelado por Robin Willians – os quais eu recomendo que assistam, pois são filmes belíssimos!

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Veja os antigos!

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