A poética arte de Dimitra Milan

29 março 2016
Postado por Livy


" Quero que a minha arte inspire as pessoas e as faça sentir que qualquer coisa é possível. Ajudá-las a entender quem é o seu verdadeiro eu e como elas são capazes de qualquer coisa que elas colocarem em sua mente".

- Dimitra Milan

Estou completamente apaixonada pela arte de Dimitra Milan! Ela realmente me faz acreditar que qualquer coisa que levo no coração e na alma é possível alcançar! Sua arte é tão linda que parece poesia!

Uma breve biografia

Dimitra é uma artista de 15 anos de idade, suas pinturas extraordinárias podem ser encontradas em coleções particulares em todo os EUA e Europa, e sua arte original pode ser encontrada em galerias de arte no Arizona e Hawaii. Nascida em uma família de artistas consagrados, Dimitra tem desenvolvido seu estilo e habilidade no Milan Art Institute no Arizona, fundada por seus pais, Elli e John Milan. A jovem se expressa através da cores ricas e suas pinturas refletem um mundo de sonhos, onde tudo é possível e elementos harmoniosamente coexistem. 

Causas de caridade também fazem parte importante do trabalho de Dimitra como artista. Suas pinturas são regularmente doadas a organizações sem fins lucrativos que defendem causas contra o tráfico humano e o Comfy Cozies 4 Chemo, que presta assistência a famílias e crianças com câncer. Através de um programa escolar em casa, Dimitra graduou dois anos mais cedo do colégio, permitindo-lhe concentrar-se em tempo integral em sua carreira artística. A garota atualmente vive no Arizona com sua família, e viaja regularmente para o Havaí e destinos internacionais para experimentar o mundo e ganhar novas inspirações. Quando Dimitra não está viajando, ela pode ser encontrada em casa se dedicando à pintura em seu estúdio, ou montando seu cavalo ao ar livre.

Sua inspiração e técnica de pintura

Seu processo artístico sempre começa por desenhar um esboço sobre o que pretende pintar, em tela texturizada. Após o esboço estar completo, ela parte para a pintura final. Ela utiliza a tinta a óleo, ela cria camadas diferentes com papéis diretamente e vai fazendo um estilo de colagem. Nesta fase, ela usa tinta spray ou adiciona elementos de acrílico. 

Depois de trabalhar sobre o esboço inicial ela parte para as cores escuras e mistas. Cores ricas e pinceladas estilizadas vão sendo misturadas ao trabalho em andamento. Quando a pintura está seca, ela adiciona mais tinta e camadas criando diferentes efeitos e texturas; alguns elementos são deixados abstratos e outros tornam-se mais realista. Muitas vezes ela pinta mulheres com os animais e elementos da natureza para criar uma atmosfera de sonho. E consegue!

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[Resenha] Revival, de Stephen King

17 março 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788581053103
Tradução: Michel Teixeira
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 376
Editora: Suma de Letras
Classificação: ♥♥♥ 
Sinopse: Em uma cidadezinha na Nova Inglaterra, mais de meio século atrás, uma sombra recai sobre um menino que brinca com seus soldadinhos de plástico no quintal. Jamie Morton olha para o alto e vê a figura impressionante do novo pastor. O reverendo Charles Jacobs, junto com a bela esposa e o filho, chegam para reacender a fé local. Homens e meninos, mulheres e garotas, todos ficam encantados pela família perfeita e os sermões contagiantes. Jamie e o reverendo passam a compartilhar um elo ainda mais forte, baseado em uma obsessão secreta. Até que uma desgraça atinge Jacobs e o faz ser banido da cidade. Décadas depois, Jamie carrega seus próprios demônios. Integrante de uma banda que vive na estrada, ele leva uma vida nômade no mais puro estilo sexo, drogas e rock and roll, fugindo da própria tragédia familiar. Agora, com trinta e poucos anos, viciado em heroína, perdido, desesperado, Jamie reencontra o antigo pastor. O elo que os unia se transforma em um pacto que assustaria até o diabo, com sérias consequências para os dois, e Jamie percebe que “reviver” pode adquirir vários significados.

Stephen King, para quem ainda não sabe, dispensa comentários. A sua biografia como escritor, roteirista e novelista é “monstruosa” (sem trocadilhos) tanto quanto a sua bibliografia, iniciada em 1974 com Carrie, a Estranha. Sem dúvida alguma, nenhum outro escritor ainda vivo acumulou tantos prêmios, títulos e teve  a satisfação profissional de ver o seu trabalho transferido para o cinema, a TV e outras mídias, como os quadrinhos.

Stephen King chega a produzir uma média de dois ou três livros por ano. Dos seus quase 80 livros já editados, entre ficção, não ficção, série, livros de contos e sob o pseudônimo de Richar Bachman, 59 das suas histórias já foram adaptadas para o cinema, 27 já foram adaptadas para séries ou filmes de TV, e alguns dos seus contos já foram adaptados como episódios de séries televisivas famosas como Arquivo X, Além da Imaginação, Contos da Cripta, etc… Só por essas e outras, já dá vontade de ler um livro de Stephen King. Você não tem? Não sabe o que está perdendo!



No século passado, King já foi apontado como o “escritor do século”, e do jeito que as coisas vão para o estadunidense nascido em 1947, vai acabar sendo eleito o “escritor do milênio”.  Eu poderia parar por aqui mesmo, depois dessa introdução, quase como uma homenagem ao autor de Revival, que é o motivo desta resenha. Que aliás, ganhou uma edição bem bacana por parte da Suma de Letras com essa capa holográfica, onde, conforme você movimenta a capa, tem a impressão de que o raio percorre o nome do autor e o título da obra. Muito show!

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[Resenha] Vivian Contra a América, de Katie Coyle

14 março 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788569809180
Série: Vivian Apple, vol. 2
Tradução: Flora Pinheiro
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 304
Editora: Agir Now
Classificação: ♥♥♥ 
Sinopse: Vivian Apple tem um currículo surpreendentemente variado. Aos 17 anos, passou de boa moça estudiosa a revolucionária procurada, atravessou os Estados Unidos de carro com os amigos, lutou contra um bando de adolescentes doutrinados, encontrou uma irmã que nem sabia que existia e descobriu segredos sombrios sobre um culto que dominou a América. O próximo passo? Tentar determinar o paradeiro de Peter, seu meio-que-namorado, antes que o mundo acabe (de novo), em três meses. Perdidas em São Francisco, perseguidas por grupos religiosos e caçadores de recompensa e enfrentando uma sociedade cada vez mais próxima do colapso, Vivian e Harp estão em perigo e nem sabem por onde começar a busca por Peter. Até que uma pista as leva a Los Angeles, para o hotel Chateu Marmont, o improvável quartel-general da Igreja Americana, onde supostamente grandes nomes esperam pelo fim do mundo. Parece que Vivian precisa salvar o país, seus amigos e a si mesma, ou arriscar perder tudo que ama mais uma vez. Vivian, Harp, Peter e seus amigos são retratos de uma geração que tenta encontrar seu lugar num mundo que parece enlouquecer. Idealistas e ao mesmo tempo pé no chão, não vão parar por nada até descobrir a verdade nesta continuação de Vivian contra o apocalipse. Com personagens bem-construídos, diversos e apaixonantes, e uma trama cheia de ação e reviravoltas, Vivian contra a América é uma maravilhosa adição a qualquer biblioteca, que vai fazer você questionar tudo, até suas próprias crenças e convicções. 

Vivian Contra a América é o segundo livro da série Vivian Apple, da autora Katie Coyle, uma norte-americana nascida em Nova Jersey, e que vive atualmente com o marido na Califórnia. Seu livro de estreia, Vivian Contra o Apocalipse, foi pontuado com 4 estrelas aqui no blog. E agora, adorei Vivian Contra a América. Se você quiser conhecer um pouco mais sobre essa série, leia a minha resenha do primeiro livro!


“O Apocalipse foi só o começo.”

Neste segundo livro, Katie Coyle mantém o mesmo estilo narrativo do livro anterior, desenvolvendo com bastante convicção e clareza, com um enredo gostoso de ler e personagens que continuam cativantes. A leitura é agradável e flui tão prazerosa, que você não se dá conta de que chegou ao término do livro. E quanto o faz, quer continuar lendo. 

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Playlist para ler ouvindo música

09 março 2016
Postado por Livy


Olá, pessoal! O post de hoje é super especial e amorzinho!  Eu vim falar de música e compartilhar com vocês algumas que têm embalado minhas leituras. 

Eu não tinha o costume de ler ouvindo música, mas de uns tempos para cá, comecei a ter este hábito e é só amor, viu!? Não é todo livro que eu leio ouvindo algum som. Normalmente ouço quando leio algo mais impactante, como fantasias, distopias, romances e dramas. Geralmente, quando leio, curto ouvir SoundtrackNew AgeRock e algumas baladinhas. 

A última leitura que fiz ouvindo música foi A Rainha Vermelha. E gente, que fantástico foi! Na resenha do livro eu comentei sobre as músicas que ouvi durante a leitura, e acho que a trilha sonora que escolhi trouxe ainda mais emoção! Eu li todo o livro ouvindo Sons of Pythagoras (a minha música preferida é "Living In Castles"), e músicas que vocês podem encontrar no canal Trailer World, e recomendo muito! Basta colocar em uma das playlists e entrar no clima! E recomendo ouvirem "Bring me back to life" do Extreme Music, que tem a letra perfeita e que super combina com o livro. 

Pois bem, e hoje vim trazer uma playlist de músicas para embalar a leitura de vocês. Separei por duas categorias, para ficar mais fácil. Então, aproveitem! 

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[Resenha] Vingança, de Chaterine Doyle

01 março 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788522031702
Série: Blood for Blood, vol. 1
Tradução: Alice Mello
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 288
Editora: Agir Now
Classificação: ♥♥♥ 
Sinopse: Para Sophie, aquele seria só mais um verão lento e abafado em Cedar Hill, fazendo um bico como garçonete no restaurante da família e passando o tempo com sua melhor amiga, Millie. Mas isso foi só até uma família se mudar para o casarão abandonado no fim da rua — cinco irmãos italianos, um mais gato que o anterior. Sem conseguir resistir aos olhos cor de caramelo de Nicoli, Sophie acaba se apaixonando — e propositalmente ignorando os sinais de perigo que envolvem os misteriosos irmãos. Por que as mãos de Nic estão sempre tão machucadas? Por que ele sempre carrega consigo um canivete monogramado? E por que seu irmão mais velho, o arrogante e irritante Luca, quer proibir os dois de ficarem juntos? Quando os segredos sombrios dos rapazes começam a vir à tona, Sophie precisa enfrentar dolorosas verdades em relação à própria família. De repente, ela se vê no meio de uma vendeta entre duas dinastias rivais: a família em que nasceu e a pela qual se apaixonou. Sophie vai precisar escolher entre lealdade e paixão, e, quando o fizer, sangue vai rolar e corações serão partidos, porque, quando se trata de amor, a desonra pode ser uma questão de vida ou morte. Uma mistura ideal de ação, reviravoltas e romance, Vendeta é uma estreia épica que mistura Romeu e Julieta e O poderoso chefão na Chicago dos dias atuais.

“Quando se trata de vingança, o amor é uma perigosa complicação.”

Vendetta, ou Vingança, é o primeiro livro da série Blood for Blood da escritora irlandesa de 25 anos, Catherine Doyle. Para uma escritora iniciante, e tão jovem, ela já conseguiu chamar para si a boa crítica literária e fãs que tendem a crescer no ritmo da trilogia.


O livro é narrado em primeira pessoa e conta a história de uma garota de dezesseis anos chamada Sophie, ou Persephone, como queiram, que vive em Cedar Hill, com um passado familiar meio conturbado e dramático. Aparentemente, Sophie é uma garota como qualquer outra, cheia de sonhos e desejos, que, apesar de ter poucas amizades, pretende alçar voos e ser feliz. As coisas caminham  de forma relativamente monótona na vida de Sophie, trabalhando no restaurante da família em companhia de sua única amiga, Millie.


Só que ela tem que enfrentar o desprezo dos moradores da cidade, pelo que aconteceu com seu pai, que acabou sendo preso. Ela já está acostumada com esse desprezo e com as fofocas, mas sua vida vai mudar de verdade no dia em que chagam à cidade cinco misteriosos garotos italianos de uma mesma família, que se mudam para uma mansão no fim da rua. Sophie conhece, Nicoli, ou Nic, e acaba se envolvendo com o rapaz. Ela sabe que há algo errado e perigoso, mas não consegue evitar, por mais que tente se afastar. Mas os irmãos, assim como Nic, não são tão comuns quanto Sophie, ou tanto quanto ela imagina. Para dizer o mínimo, eles são esquisitos e guardam segredos. Luca, um dos irmãos de Nic, é um arrogante e intolerante. Ele tenta impedir o envolvimento de Sophie com o irmão a qualquer custo.

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