[Resenha] Seraphina por Rachel Hartman

29 junho 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha

ISBN: 9788564850286
Série: Shadow Scale, vol. 1
Tradução: Denise de C. Rocha Delela
Ano de Lançamento: 2015
Número de Páginas: 384
Editora: Jangada
Classificação: ♥♥♥♥♥ 
Sinopse: Décadas de paz pouco fizeram para diminuir a desconfiança entre seres humanos e dragões no reino medieval de Goredd. Criaturas extremamente inteligentes que podem assumir a forma humana, os dragões frequentam a corte como embaixadores e usam sua mente racional e matemática em universidades, como estudiosos e professores. No entanto, à medida que o aniversário do Tratado de Paz se aproxima, o clima começa a ficar perigosamente tenso. Seraphina Dombergh, uma garota de 16 anos com grande talento para a música, tem um terrível segredo e razões para temer humanos e dragões. Ela se torna assistente do compositor da corte justo quando um membro da família real é encontrado morto, devido a um ataque muito ao estilo dos dragões, isto é, com a cabeça arrancada a mordidas. Seraphina, com sua inteligência e senso de humor ácido e feroz, passa a colaborar com as investigações, ao lado do capitão da Guarda da Rainha, o sagaz e encantador Príncipe Lucian Kiggs. Enquanto eles começam a encontrar pistas de uma trama sinistra para destruir a paz, a fachada cuidadosamente construída por Seraphina começa a desmoronar, tornando cada vez mais difícil manter seu segredo, cuja revelação seria catastrófica em sua vida. 


Rachel Hartman é uma escritora canadense que vive em Vancouver, apaixonada por música, que estreou na literatura com o livro Seraphina, primeiro da série Shadow Scale. O segundo livro é Sangue de Dragão. Seraphina ganhou o prêmio literário Morris Award, o principal prêmio anual concedido pela American Library Association.

“Eu me lembro do dia em que eu nasci. Na verdade, lembro-me de um período anterior a esse. Não havia luz, mas havia música: articulações rangendo, sangue bombeando, a canção de ninar em staccato do coração, uma rica sinfonia de indigestão. O som me envolvia, eu me sentia segura.” 

Assim inicia-se Seraphina, narrado em primeira pessoa pela ótica de Seraphina Dombergh, garota de 16 anos apaixonada por música, que se torna assistente do compositor da corte imperial no reino medieval de Goredd, no 40º aniversário do tratado firmado entre os dragões e os humanos, quando ocorre o assassinato do príncipe Rufus, encontrado decapitado por um suposto dragão. Isso coloca todo o reino em polvorosa, dando início a uma investigação oficial, no meio da qual vamos encontrar Seraphina que luta para manter-se neutra na crise política que se instaura. Ela tem muito a perder, pois se esconde por detrás de uma máscara. E à medida em que as investigações caminham, ela corre o risco de ver todo o seu mundo ruir, ao mesmo tempo em que o reino de Goredd parece mergulhar num novo conflito entre humanos e dragões.

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[Resenha] Carry On por Rainbow Rowell

28 junho 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788542808247
Tradução: Marcia Men
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 480
Editora: Novo Século
Classificação: ♥♥♥
Sinopse: Simon Snow é um bruxo que estuda numa escola de magia na Inglaterra. Profecias dizem que ele é o Escolhido. Você pode até estar pensando que já conhece uma história parecida. O que você não sabe é que Simon Snow é o pior escolhido que alguém já escolheu. Poderosíssimo, mas desastroso a ponto de não conseguir controlar sequer sua própria varinha, Simon está tendo um ano difícil na Escola de Magia de Watford. Seu mentor o evita, sua namorada termina com ele e uma entidade sinistra ronda por aí usando seu rosto. Para piorar, seu antagonista e colega de quarto, Baz, está desaparecido, provavelmente maquinando algum plano insano a fim de derrotá-lo. Carry On é uma história de fantasma, de amor e de mistério. Tem todos os beijos e diálogos que se pode esperar de uma história de Rainbow Rowell, mas com muito, muito mais monstros.

Hoje foi um dia especial: lançamento de Carry On, da Rainbow Rowell! Essa é a história da fanfic de Cath, do livro Fangirl. E, gente... GENTE!!! Eu amei!

Mas aí você me diz: "Livy, não li Fangirl". Calma, pequeno gafanhoto, também não li! Ai você me pergunta: "Mas nunca li nenhum livro da Rainbow. Dá pra ler esse?" Se aquiete. Eu também nunca li. Pode ler que vai entender tudo! O importante é: leia sem medo de ser feliz! Porque este livro é maravilhoso, é fofo, é tudo de bom!

"A Magia nos separa do mundo. Não permitam que nada nos separe uns dos outros." 


Em Carry On, temos um mundo repleto de magia, e conhecemos Simon Snow, um jovem de 18 anos, que frequenta Watford, uma escola para bruxos. Ele é órfão, é um Normal, é atrapalhado e não consegue controlar a própria magia. Mas quando a libera, das formas mais inusitadas, é evidente o grande poder que possui.

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Crítica Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos

26 junho 2016
Postado por Livy


Sinopse: O mundo pacífico de Azeroth está à beira de uma guerra enquanto sua civilização enfrenta uma raça temível de invasores: guerreiros Orcs fugindo de sua casa moribunda para colonizar um novo lugar. Enquanto um portal se abre para conectar os dois mundos, um exército enfrenta destruição e o outro enfrenta a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que decidirá o destino de suas famílias, seu povo e seu lar. Então, uma saga espetacular de poder e sacrifício começa, onde a guerra tem muitas faces, e todos lutam por algo. 

Eu ainda não li nenhum livro da saga Warcraft e muito menos joguei o videogame homônimo, mas me apaixonei pelo filme. A qualidade gráfica, os efeitos sonoros e trilha sonora, as cenas de luta, o ritmo quase contínuo de aventura e ação, os cenários medievais e fantásticos, personagens variadíssimos, torna Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos um grande candidato a criar uma tendência no cinema hollywoodiano: os de videogames de RPG que fizeram sucesso nos consoles e que poderão vir a se tornar filmes, como: Diablo, The Elder Schroll's, Fallout, Dragon Ages Origins, Neverwinter Nights, The Witcher, entre outros, citando aqui apenas alguns dos mais conhecidos; principalmente os videogames da Blizzard, produtora de World of Warcraft, Diablo e Starcraft, entre outros. 


O filme Warcraft ficou a cargo do diretor Ducan Jones, filho do popstar David Bowie. Ele foi diretor dos filmes "Lunar" (2009) e "Contra o Tempo" (2011). Ele também assina o roteiro com Chris Metze, gamer designer da Blizzard para os games Diablo, World of Warcraft e Starcraft, e de Charles Leavitt, roteirista do filme "No Coração do Mar", remake do clássico "Mobi Dick". Por aí se vê que a Universal Studios e a Blizzard, esta última detentora dos direitos autorais do videogame World of Warcraft, apostaram alto no time que compõem a parte técnica do filme Warcraft. 

O elenco também não ficou a desejar, com destaque para os atores que interpretam Durotan (Toby Kebbell), Garona (Paula Patton), Medivh (Ben Foster), Aduin Lothar (Travis Fimml), Lady Tara (Ruth Negga), Blackhand (Clancy Brown), Gul'dan (Daniel Wu) e Haddgar (Ben Schnetzer). 

O que me empolgou em Warcraft? Eu poderia dizer TUDO, pois amei o filme. Mas, três coisas me cativaram:

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Filme The Girl With All The Gifts (A Menina que Tinha Dons)

24 junho 2016
Postado por Livy

Oi, gente! Foi liberado o trailer oficial da adaptação do livro A Menina que Tinha Dons (The Girl With All The Gifts), escrito pelo britânico M. R. Carey, cultuado autor de quadrinhos e roteiros da Marvel e da DC Comics. E eu vim compartilhar com vocês. O livro foi publicado aqui no Brasil pela Editora Rocco, sob o selo editorial Fabrica231

Aclamado pela crítica, o livro se tornou um bestseller imediato na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos ao contar a história de Melanie, uma menina superdotada que faz parte de um grupo de crianças portadoras de um vírus que se espalhou pela Terra e que são a única esperança de reverter os efeitos dessa terrível praga sobre a humanidade. Uma comovente história sobre amor, perda e companheirismo encenada num futuro distópico. 

Eu adoro histórias com zumbis, e esta parece ser muito boa! Tenho muita curiosidade em ler o livro, está na minha wishlist há um tempinho, e só tenho ouvido ótimos comentários sobre ele. Confesso, após esse trailer FODÁSTICO, fiquei com mais vontade de ler. E podem aguardar, vou fazer esta leitura em breve! 

O filme conta com direção por Colm McCarthy, e elenco com Glenn Close (Guardiões da Galáxia), Gemma Arterton (João e Maria: Caçadores de Bruxas) e Sennia Nanua (que interpreta Melanie). 

Com mesmo título do livro, pelo menos lá fora, o filme ainda não tem título nacional. Sua estreia está prevista para Setembro nos cinemas norte-americanos, ainda sem previsão da data de estreia por aqui. Dê o play no trailer e tire suas conclusões!





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[Resenha] A Fúria e a Aurora por Renée Ahdieh

23 junho 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788525060358
Série: A Fúria e a Aurora, vol. 1
Tradução: Fabienne Mercês
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 336
Editora: Globo Alt
Classificação: ♥♥♥ 

Sinopse: Personagem central da história, a jovem Sherazade se candidata ao posto de noiva de Khalid Ibn Al-Rashid, o rei de Khorasan, de 18 anos de idade, considerado um monstro pelos moradores da cidade por ele governada. Casando-se todos os dias com uma mulher diferente, o califa degola as eleitas a cada amanhecer. Depois de uma fila de garotas assassinadas no castelo, e inúmeras famílias desoladas, Sherazade perde uma de suas melhores amigas, Shiva, uma das vítimas fatais de Khalid. Em nome da forte amizade entre ambas, Sherazade planeja uma vingança para colocar fim às atrocidades do atual reinado. Noite após noite, Sherazade seduz o rei, tecendo histórias que encantam e que garantem sua sobrevivência, embora saiba que cada aurora pode ser a sua última. De maneira inesperada, no entanto, passa a enxergar outras situações e realidades nas quais vive um rei com um coração atormentado. Apaixonada, a heroína da história entra em conflito ao encarar seu próprio arrebatamento como uma traição imperdoável à amiga. Apesar de não ter perdido a coragem de fazer justiça, de tirar a vida de Khalid em honra às mulheres mortas, Sherazade empreende a missão de desvendar os segredos escondidos nos imensos corredores do palácio de mármore e pedra e em cenários mágicos em meio ao deserto.

Anoiteceu! Sentem-se, pois vou lhes contar uma história... Uma história envolvida em magia, sedução, perigos e muitos mistérios. Que segue por noites perfumadas pelas pétalas de jasmins e rosas, atravessando a madrugada para culminar em uma aurora que traz consigo a morte. Todos os dias. Cada dia a morte de uma jovem.

Uma centena de vidas por aquela que você tirou. Uma vida a cada aurora. Se você falhar uma única vez, eu lhe arrancarei seus sonhos. Vou tirar sua cidade de você. 

Esta é a história de Sherazade, uma bela jovem sagaz e impetuosa, determinada a vingar a morte de sua melhor amiga, Shiva. Seu assassino? O Califa Kalhid Ibn Al-Rashid, rei de Khorasan, um monstro de apenas 18 anos, com uma beleza fria e distante, como você jamais virá igual. A cada dia, o califa se casa com uma jovem, que ao amanhecer encontra sua morte. Toda a cidade se vê sob o poder abominável do jovem governante, sem poder fazer muito além de assistir suas filhas e irmãs encontrarem vil destino. 

Uma brisa agitou as cortinas de voal que revestiam os aposentos. O aroma doce da florada da laranjeira atravessou as molduras talhadas em madeira que davam para a varanda, sussurrando a liberdade que agora estava fora de seu alcance. 

Sherazade, ou Shazi para os íntimos, está determinada a enfrentar esse destino também. Mas ela tem um plano: matar o terrível Khalid. Como ela conseguiria fazer isso? Sobreviver à aurora da morte? Usando de sua inteligência, claro! E de algo mais: sua lábia e sua habilidade de contar histórias. Assim, Shazi se casa com Khalid, e, na noite de núpcias, o enreda em sua melodiosa voz, e começa a contar uma história. Eis que a aurora começa a entrar pelas janelas do suntuoso quarto e... a jovem consegue se manter viva, por mais um dia. Khalid, mesmo contrariado, quer saber o desfecho da história, e permite que Sherazade viva mais um dia para que termine de lhe contar. E quando chega o próximo dia, Shazi consegue outro. O tempo passa, todo o reino fica surpreso: como isso seria possível? Nenhuma outra esposa do califa sobreviveu a um amanhecer sequer! 

Um rosto cortante. Um olhar penetrante.
Ele estendeu a mão para ela.

Sherazade, então, começa a sentir que suas intenções de vingança perdem força. Começa a ver cada vez mais diante de si, um rapaz cheio de mistérios, atormentando por coisas que ela nem imagina. Aquele jovem de olhar atormentado, frio e perturbador, seria o seu verdadeiro algoz? Ela poderia se deixar levar pelo amor que, dia após dia via crescendo entre eles? Parecia absurdo conceber que, diante de seu suposto assassino, ela iria sentir que tinha um futuro. Um futuro que ela começava a querer viver. Será que Sherazade conseguiria a chave para abrir a porta que Khalid tranca tão bem, e entender o que se passa atrás da fachada de assassino?

Há! Pararei a história por aqui. Você terão que esperar até o próximo anoitecer para que eu termine de contá-la! Não? Não querem esperar? Seus angustiados! Tá bom!

A história se desenvolve de uma forma muito instigante, cheia de mistérios envolvendo o passado de Khalid, e motivo das mortes de suas esposas, e uma maldição. Isso mesmo! Adoro histórias com maldições! Em A Fúria e a Aurora, temos esta coisa meio "como alguém poderia se apaixonar por um Monstro", que me fez lembrar de A Bela e a Fera, não pude evitar. Mas, a verdadeira inspiração da autora Renée Ahdieh é a história de 1001 noites. Que traz um clima maravilhoso! Mas foi só uma leve brisa de inspiração mesmo, a autora não chega a desenvolver sua história em cima disso por muito tempo, e dá toda a sua originalidade à sua obra.

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[Resenha] Star Wars - Darth Plagueis, de James Luceno

21 junho 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788576572961
Tradução: Caio Pereira
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 440
Editora: Aleph
Classificação: ♥♥♥♥ 
 Favoritado!
Sinopse: Darth Plagueis, mais que qualquer lorde Sith antes dele, ansiava pelo poder absoluto. E de fato se torna capaz de desenvolver uma habilidade de força inimaginável: o controle da vida e da morte. Seu aprendiz Darth Sidious, ou Palpatine, aprende a dominar em segredo o lado sombrio da Força, enquanto aos olhos da galáxia procura seguir sua escalada de poder, alcançando postos cada vez mais altos na hierarquia do governo. Um deseja viver para sempre; o outro busca o controle político supremo. Juntos, eles poderão enfim destruir os Jedi e dominar a galáxia. A não ser que impiedosas tradições Sith fiquem em seu caminho... Em uma trama envolvente, com estudos do domínio da Força, golpes políticos, complexa diplomacia, assassinatos e lutas ambiciosas, James Luceno mostra como dois dos mais poderosos Sith definirão o destino da galáxia. 

James Luceno, nascido em 1947, é autor dos livros Star Wars: A Nova Ordem Jedi, Agentes de Caos: Eclipse de Jedi, A Força Unificadora, Darth Maul: Saboteur, Manto de Decepção (este último ocorre logo após o Episódio I: A Ameaça Fantasma). Ele também escreveu: Labirinto do Mal e Lorde das Tervas: A Ascensão de Darth Vader. E, claro, Darth Plagueis, que você vai conferir nesta resenha.

No final do livro podemos ler uma entrevista feita por Eric Giller a James Luceno, onde ele conta como surgiu a ideia para escrever Darth Plagueis e o envolvimento de George Lucas, o pai de Star Wars, na confecção do livro. Eu recomendo que vocês leiam a entrevista só depois de ler o livro todo, pois é para isso que ela está lá, no final do livro.


Bom, quanto ao livro.... Uau! Que delícia! Como é bom ler um livro de Star Wars. E esse, Darth Plagueis, não é apenas MAIS UM LIVRO sobre Star Wars. Não! Meus queridos! Este é O livro! E porque estou dizendo isso? Pelo simples fato que James Luceno nos dá a oportunidade de conhecer como tudo aconteceu. Sim, os bastidores que antecedem A Ameaça Fantasma. Como surgiu a ideia da dominação galática por parte dos Siths; como surgiu Palpatine; quem foi o grande articulador por detrás do Império; porque Qui-Gon, o mentor de Obi-Wan Kenobi, foi morto no final de A Ameaça Fantasma; porque Palpatine se mostrou tão interessado na educação de Anakin Skywalker, e uma série de outras coisas legais que, ao longo da segunda metade do livro, vai, gradativamente, nos conectando com o Episódio I e subsequentes. Vemos o surgimento do Lorde Dookan... Lembram-se dele em Episódio II - A Guerra dos Clones? Pois é, em Darth Plagueis vamos saber como e por quê ele se rendeu ao lado Negro da Força.

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[Resenha] Star Wars - Darth Plagueis, de James Luceno

Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788576572961
Tradução: Caio Pereira
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 440
Editora: Aleph
Classificação: ♥♥♥♥ 
 Favoritado!
Sinopse: Darth Plagueis, mais que qualquer lorde Sith antes dele, ansiava pelo poder absoluto. E de fato se torna capaz de desenvolver uma habilidade de força inimaginável: o controle da vida e da morte. Seu aprendiz Darth Sidious, ou Palpatine, aprende a dominar em segredo o lado sombrio da Força, enquanto aos olhos da galáxia procura seguir sua escalada de poder, alcançando postos cada vez mais altos na hierarquia do governo. Um deseja viver para sempre; o outro busca o controle político supremo. Juntos, eles poderão enfim destruir os Jedi e dominar a galáxia. A não ser que impiedosas tradições Sith fiquem em seu caminho... Em uma trama envolvente, com estudos do domínio da Força, golpes políticos, complexa diplomacia, assassinatos e lutas ambiciosas, James Luceno mostra como dois dos mais poderosos Sith definirão o destino da galáxia. 

James Luceno, nascido em 1947, é autor dos livros Star Wars: A Nova Ordem Jedi, Agentes de Caos: Eclipse de Jedi, A Força Unificadora, Darth Maul: Saboteur, Manto de Decepção (este último ocorre logo após o Episódio I: A Ameaça Fantasma). Ele também escreveu: Labirinto do Mal e Lorde das Tervas: A Ascensão de Darth Vader. E, claro, Darth Plagueis, que você vai conferir nesta resenha.

No final do livro podemos ler uma entrevista feita por Eric Giller a James Luceno, onde ele conta como surgiu a ideia para escrever Darth Plagueis e o envolvimento de George Lucas, o pai de Star Wars, na confecção do livro. Eu recomendo que vocês leiam a entrevista só depois de ler o livro todo, pois é para isso que ela está lá, no final do livro.


Bom, quanto ao livro.... Uau! Que delícia! Como é bom ler um livro de Star Wars. E esse, Darth Plagueis, não é apenas MAIS UM LIVRO sobre Star Wars. Não! Meus queridos! Este é O livro! E porque estou dizendo isso? Pelo simples fato que James Luceno nos dá a oportunidade de conhecer como tudo aconteceu. Sim, os bastidores que antecedem A Ameaça Fantasma. Como surgiu a ideia da dominação galática por parte dos Siths; como surgiu Palpatine; quem foi o grande articulador por detrás do Império; porque Qui-Gon, o mentor de Obi-Wan Kenobi, foi morto no final de A Ameaça Fantasma; porque Palpatine se mostrou tão interessado na educação de Anakin Skywalker, e uma série de outras coisas legais que, ao longo da segunda metade do livro, vai, gradativamente, nos conectando com o Episódio I e subsequentes. Vemos o surgimento do Lorde Dookan... Lembram-se dele em Episódio II - A Guerra dos Clones? Pois é, em Darth Plagueis vamos saber como e por quê ele se rendeu ao lado Negro da Força.

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Crítica Como Eu Era Antes de Você

20 junho 2016
Postado por Livy


Oi, gente! Hoje vim falar do que achei da adaptação de Como Eu Era Antes de Você. Posso dizer uma coisa? Quero guardar esse filme numa caixinha! Guardar para sempre num lugar especial! Porque este filme é lindo e maravilhoso! 


Eu coloquei meus pés no cinema, já tremendo. Sentei na cadeira, cheia de expectativa! E quando as luzes se apagaram, meu coração disparou! Ao final do filme? Olhos inchados, coração partido e transbordando de emoção, e a certeza de que tinha assistido uma das melhores adaptações da minha vida!

Se chorei? Chorei muito! Chorei em muitas cenas, durante boa parte do filme. Por que? Porque ver as cenas lindas, de um dos livros que mais amo nessa vida, ganhando vida nas telonas, foi mágico! Foi perfeito! No final o choro saiu em soluços, não pude segurar! Só posso dizer que toda a espera para assisti-lo valeu muito a pena. 

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Conheça o Turista Literário

16 junho 2016
Postado por Livy


Oi, gente! Hoje vim falar de um daqueles mistery box, só que literário. Atualmente temos vários com artigos nerds/geeks, mas nada totalmente voltado para a literatura. Já vi vários box assim lá fora e acho legal que algo assim tenha início aqui no Brasil.

A ideia do Turista Literário é ser uma caixa surpresa de livros por assinatura. Trazendo experiências sensoriais para levar o leitor a uma viagem pelo universo literário no qual o livro do mês é ambientado.

Todo mês será enviado um livro YA, lançado no máximo 40 dias antes, com uma playlist personalizada de acordo com o tema do livro; algum item para tocar, dando a impressão algo saído diretamente da história para as mãos do leitor; algum item aromático ou de sabor, fazendo referência a alguma passagem do livro, com a intenção de que o leitor vivencie alguma experiência que o personagem do livro viveu; um souvenir, para guardar de lembrança um pedacinho do livro; um guia de viagem, falando sobre o destino do mês e o passo a passo para embarcar na viagem; um selo. com o destino que foi visitado no mês para ser colecionado e colado no passaporte de viagens que vem junto do guia de viagem; e uma tag que vai explicar cada item da caixa. 


O projeto conta com a parceria das editoras DarkSide, Plataforma21, Verus, Galera Record, Intrínseca, Rocco, e Arqueiro. O box inaugural de Junho já se esgotou e estava com o valor R$69,90 + frete. Fiz uma simulação e o meu ficaria em torno de R$90. Ainda não há a confirmação se o valor permanecerá o mesmo ou irá aumentar/diminuir. 

Eu achei a ideia e proposta bem bacana e interessante, acho que vai proporcionar uma experiência bem legal para os leitores. Irei aguardar para ver como será o box, para me decidir a assinar ou comprar em algum mês, tudo depende da qualidade dos itens extras que irão vir junto do livro. 

Saiba mais sobre o projeto vendo o vídeo e acessando o link abaixo:




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[Resenha] Silêncio, de Thich Nhat Hanh

15 junho 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788569809029
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 160
Editora: HarperCollins Brasil
Classificação: ♥♥♥♥ 
Sinopse: Muitos de nós têm medo do silêncio. O receio de confrontar as questões mais íntimas nos faz ter uma vida de ruído e distrações. Os fantasmas de culpa e arrependimentos do passado e as preocupações e obrigações do futuro nos assaltam de tal forma que nos afogamos em afazeres sem propósito ou sentido. De repente nos vemos tão ocupados em vencer o dia a dia que esquecemos os nossos verdadeiros desejos. A resposta, contudo, está bem à nossa frente, na vida cotidiana, e cada passo e respiração consciente que damos pode ser vital à concretização de sonhos e objetivos. Afastar os pensamentos e resgatar de forma consciente o nosso corpo e mente ao momento presente é um dos resultados da meditação mindfulness. Ela envolve uma observação profunda e uma descoberta do silêncio em nós mesmos. Tudo de que precisamos para viver uma vida plena e satisfatória já está dentro de nós. Parar e encontrar o silêncio interior são recursos muito poderosos, que permitem criar uma conexão íntima e encontrar refúgio no que Buda chamou de “ilha de nós mesmos”, um lugar de calma e profundo autoconhecimento, onde somos verdadeiramente livres e alegres. 

Thich Nhat Hanh é um dos líderes espirituais mais proeminentes e queridos do mundo. Monge budista, professor e ativista da paz e dos direitos humanos, nasceu em 1926 na região central Vietnã, em Hue, iniciando sua vida como monge aos 17 anos. Seus ensinamentos são considerados lendários e milhares de pessoas frequentam seus retiros mindfulness (ou atenção plena). Suas obras são referência na literatura budista contemporânea. É autor também dos livros A Arte de Comer, A Arte de Sentar e A Arte de Amar, todos publicados pela HarperCollins Brasil.

Confesso que fiquei deslumbrada, pra não dizer apaixonada, pela linguagem simples, objetiva e envolvente de Thich Nhat Hanh. É mais fácil ler e compreender seu livro do que pronunciar o seu nome. Sua abordagem sobre a importância do “silêncio” em nossa vida é fascinante. O que me lembrou uma frase de Emmanuel, na psicografia de Chico Xavier: “Se alguém te irrita, pacifica silenciando.” E arremata: “E perceberás, por fim, que a paz do mundo é dom de Deus, começando de ti.” No Evangelho de Mateus 5:9, lê-se:“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” 

Silêncio é exatamente isso, um mergulho no “eu interior” em busca da Paz. E Paz, na época em que vivemos, é uma palavra quase ausente, pra não dizer inexistente. Pacificar-se, eis a ordem dos dias atuais! Pacifica-te, hoje, para usufruir amanhã da Paz plena em teu íntimo e levá-la contigo a toda parte. E a proposta de Thich é permitirmo-nos, através do “poder da quietude”, encontrarmos harmonia, equilíbrio e paz “num mundo barulhento” e conturbado.

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[Resenha] A Rebelde do Deserto, de Alwyn Hamilton

14 junho 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788565765992
Série: A Rebelde do Deserto, vol. 1
Tradução: Eric Novello
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 288
Editora: Seguinte
Classificação: ♥♥♥♥ 
 Favoritado!
Sinopse: O deserto de Miraji é governado por mortais, mas criaturas míticas rondam as áreas mais selvagens e remotas, e há boatos de que, em algum lugar, os djinnis ainda praticam magia. De toda maneira, para os humanos o deserto é um lugar impiedoso, principalmente se você é pobre, órfão ou mulher. Amani Al’Hiza é as três coisas. Apesar de ser uma atiradora talentosa, dona de uma mira perfeita, ela não consegue escapar da Vila da Poeira, uma cidadezinha isolada que lhe oferece como futuro um casamento forçado e a vida submissa que virá depois dele. Para Amani, ir embora dali é mais do que um desejo — é uma necessidade. Mas ela nunca imaginou que fugiria galopando num cavalo mágico com o exército do sultão na sua cola, nem que um forasteiro misterioso seria responsável por revelar a ela o deserto que ela achava que conhecia e uma força que ela nem imaginava possuir.

Peguei esse livro nas mãos, inocentemente, sem ao menos imaginar o quanto eu terminaria a leitura o amando! Li avidamente! A leitura fluiu de forma emocionante, leve, prazerosa e muito envolvente. Não queria largar o livro! Quando foi chegando às últimas páginas, me bateu aquele leve desespero. Não queria que o livro acabasse. Mas acabou e ele se tornou um de meus favoritos.

Imagine só: uma jovem cheia de determinação, coragem e... uma arma nas mãos. Um rapaz diferente dos demais, misterioso, que cruza o caminho da jovem. Um deserto. Seres míticos e mágicos. Um reino oprimido por seu soberano e sua guarda. Um príncipe rebelde. Uma revolução crescendo nas sombras. Uma aventura de tirar o fôlego. Imaginou? Pois bem, agora junte tudo isso e temos A Rebelde do Deserto. Ou melhor, há muito, muito mais que isso.

Uma nova alvorada. Um novo deserto.

O livro tem todos os elementos que eu adoro no gênero: muita aventura e ação, cenas fantásticas de luta, personagens fodões e cativantes, diálogos inteligentes, trama bem desenvolvida e envolvente. Com o adicional da originalidade do mundo criado pela autora.


Amani Al'Hiza vive na Vila da Poeira, no deserto de Miraji. Vive sob a tutela dos tios, mas por ser pobre, órfã e mulher, seu tio espera que, para ela continuar vivendo sob seu teto, ela case com ele. Obviamente, Amani jamais faria isso. Dona de uma mira perfeita quando o assunto é armas, e de um forte temperamento, ela deseja e planeja sair daquela cidadezinha perdida no nada do deserto, e ir de encontro à uma cidade a qual sua mãe vivia falando.

Em uma de suas tentativas de conseguir dinheiro para seguir viagem para bem longe dali, Amani, vestida como homem, conhece o misterioso forasteiro Cobra do Oriente, ou melhor, Jin. Em meio a muitas reviravoltas e mudanças de rumos, Amani e Jin partem em uma jornada deserto a dentro, perseguidos pelo exército do sultão e envolvidos em aventuras que eles jamais imaginariam viver.

"Era muito difícil confiar num garoto com um sorriso daqueles. Um sorriso que me dava vontade de acompanhá-lo até os lugares sobre os quais havia me contado, mas ao mesmo tempo me deicava certa de que eu não devia fazer isso."

Poderia contar muito mais, mas claro que não vou! Uma das coisas mais bacanas ao iniciar a leitura é justamente o mistério que envolve o livro, e o qual a sinopse pouco revela. É uma leitura que vai sendo desbravada a cada página virada, que traz surpresas a cada capítulo. Envolve, cativa, prende!

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[Resenha] Os Amantes de Hiroshima, de Toni Hill

09 junho 2016
Postado por Livy

Livro cedido pela editora para resenha
ISBN: 9788584190409
Tradução: Fátima Couto
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 504
Editora: Tordesilhas
Classificação: ♥♥♥♥ 
Sinopse: Em uma cidade que se ergue contra os poderosos, há segredos que continuam debaixo da terra. Em maio de 2011, em uma casa abandonada perto do aeroporto, a polícia de Barcelona encontra dois mortos envoltos em uma mortalha de flores. Abraçados, eles foram ali sepultados junto com uma grande quantia de dinheiro. Héctor Salgado e sua equipe são encarregados da investigação, um quebra-cabeça cercado de pistas demais. Enquanto isso, o inspetor Salgado, mais do que nunca unido à agente Leire Castro na busca por sua ex-mulher, também precisará investigar o que nunca imaginara até chegar à obscura origem do desaparecimento de Ruth e a uma verdade de consequências trágicas e imprevisíveis. 

Os dois primeiros romances de Toni Hill, protagonizados pelo inspetor Héctor Salgado, foram publicados em mais de vinte países, com grande êxito de venda e de crítica: O Verão das Bonecas Mortas (Tordesilhas, 2013) e Os Bons Suicidas (Tordesilhas, 2014), cujas resenhas vocês podem conferir aqui no blog.

Achei linda a capa desse terceiro livro da série Hector Salgado, menos intimista que as versões dos livros anteriores. O livro parece volumoso à primeira vista, mas a impressão fica apenas por aí, pois ao começarmos a leitura, ela flui rápida e agradável, por conta das letras grandes e a escrita cativante do autor.

Hector Salgado está de volta nesse terceiro volume da série para seu desfecho. E envolto em mais mistérios. Não somente um novo assassinato, mas o de fantasmas ainda não resolvidos no primeiro e no segundo livro. Um desses fantasmas que assombram a vida de Hector é o do desaparecimento de Ruth. Sem dúvida alguma, esse é o maior mistério por trás de Os Amantes de Hiroshima. Afinal de contas, quem acompanha a série desde O Verão das Bonecas Mortas, sabe que Toni Hill guarda o melhor para o final. Estava ansiosa para saber que fim levou a ex-mulher de Hector Salgado que desapareceu misteriosamente no meio de uma investigação complicadíssima em Os Bons Suicidas. E Toni Hill nos dará essa resposta, e outras, que vínhamos formulando desde o livro anterior, em meio ao novo caso de homicídios sobre o qual ele se debruça, a morte de um casal de jovens, mortos há sete anos.

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Filme Alice Através do Espelho

03 junho 2016
Postado por Livy



Hey, gente! Como estão? Vamos falar de cinema hoje? Quem não sabe, que fique sabendo agora: sou viciada neste mundo de Alice no País das Maravilhas. O filme Alice Através do Espelho acabou de sair nas telonas e, claro, já fui logo conferir! Faz um tempinho que eu não vinha falar sobre algum filme que assisti por aqui, e resolvi conversar com vocês sobre ele. 

Aí você pensa: "Miga, sua louca, você fazendo crítica de filme?". Antes de mais nada, não sou crítica de cinema, longe disso! Não vou ficar aqui analisando e esmiuçando sobre detalhes técnicos do filme, nem nada parecido. Só vim mesmo abrir meu coração com vocês! E falar o que senti assistindo ao filme


Vamos do começo: eu amei o primeiro filme, Alice no País das Maravilhas, de 2010, dirigido pelo Tim Burton. Sou suspeita, já que adoro os trabalhos dele! O que mais me chamou atenção no filme foi a atmosfera mais densa, nonsense, sombria e bizarra até, que só poderia vir da mente de Burton e que caracterizou bem a sensação que é ler a obra de Lewis Caroll, apesar de não seguir fiel ao livro. Gostei do modo como ele deu um ar mais adulto à história, assim como a força feminina que Alice (Mia Wasikowska) representou no filme.

Agora temos o segundo filme da franquia, Alice Através do Espelho. Estava bem ansiosa para conferir, justamente por ter adorado o primeiro.


Com o lema de que tudo é possível, e contrariando qualquer padrão imposto pela sociedade, temos uma Alice dona de seu próprio nariz, capitã do navio Wonder, herança de seu pai. Hamish Ascot (Leo Bill), assume os negócios do pai de Alice e quer sua mãe assine um acordo no qual ela teria que entregar seu navio em troca da hipoteca da casa. Assim, ela teria que abandonar sua vida de aventuras para trabalhar no escritório de Hamish. Tudo o que Alice não quer, claro!

Em meio a uma festa na casa dele, ela reencontra Absolem (Alan Rickman) que a guia até um espelho, atravessando-o. Indo atrás, Alice se vê novamente no País das Maravilhas, e reencontra nossos queridos personagens, A Rainha Branca, o Coelho Branco, o Gato de Cheshire, o Dormidongo, a Lebre de Março, e os irmãos Tweedles. Ela então descobre, através deles, que seu grande e querido amigo, o Chapeleiro Maluco, está definhando, muito triste e doente, por não saber o que de fato aconteceu com sua família anos atrás, e cabe à Alice correr contra o tempo (literalmente) para salvar seu amigo e descobrir a verdade.

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