[Resenha] O Livro de Memórias, de Lara Avery

23 setembro 2016
Postado por Livy


Hey, gente! Hora do vídeo ❤ Estou contando o que achei do livro O Livro de Memórias, da Lara Avery. Bora conferir? Acesse: https://youtu.be/ToQ0qXmqLC4 

ISBN: 9788555340178
Tradução: Ivanir Alves Calado
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 392
Editora: Seguinte
Classificação: ★★
 Favoritado!
Sinopse: Sammie sempre teve um plano: se formar no ensino médio como a melhor aluna da classe e sair da cidade pequena onde mora o mais rápido possível. E nada vai ficar em seu caminho — nem mesmo uma rara doença genética que aos poucos vai apagar sua memória e acabar com sua saúde física. Ela só precisa de um novo plano. É assim que Sammie começa a escrever o livro de memórias: anotações para ela mesma poder ler no futuro e jamais esquecer. Ali, a garota registra cada detalhe de seu primeiro encontro perfeito com Stuart, um jovem escritor por quem sempre foi apaixonada, e admite o quanto sente falta de Cooper, seu melhor amigo de infância de quem acabou se afastando. Porém, mesmo com esse registro diário, manter suas lembranças e conquistar seus sonhos pode ser mais difícil do que ela esperava.
Minhas citações preferidas do livro:

"Às vezes a vida é só terrível. Às vezes te dá uma doença estranha. Às vezes a vida é muito boa, mas nunca de um jeito simples. E, quando eu olhar para trás, vou saber que tentei."

"As coisas que você faz não precisam obrigatoriamente seguir na direção de um objetivo. Às vezes você pode parar ou fazer uma pausa, pelo menos. Às vezes você pode simplesmente ser."

"Histórias fazem bem em um momento como esse, seja contá-las ou ouvi-las."

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Você lê...

21 setembro 2016
Postado por Livy

“Você lê e sofre. Você lê e ri. Você lê e engasga. Você lê e tem arrepios. Você lê, e sua vida vai se misturando no que está sendo lido.” - Caio Fernando de Abreu

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Graphic Novel O Muro por Céline Fraipont e Pierre Bailly

20 setembro 2016
Postado por Livy



Bélgica. 1988. Rosie, uma adolescente de 13 anos que vive no interior, se vê repentinamente sozinha. Sua mãe a abandona para fugir com o amante. Seu pai, tentando se esquivar da dor da traição, afunda-se no trabalho. 

Rosie procura em sua amiga de infância, Nath, um apoio para ajudar a suportar a dor e a tristeza. Mas é trocada pelo novo namorado da amiga, mesmo após a promessa de que nunca seria esquecida por ela.

Perdida. Sendo tragada pelo medo, ela mergulha na bebida. Meio que encontra para aplacar a angústia que passou a habitar seu peito, desde a hora em que acorda, até a hora em que tenta dormir. O que restou a Rosie? Solidão!  E um muro.

Aqui, o muro que “divide” é um símbolo do antes e do depois, das mudanças, das transformações. Rosie passa boa parte de seus momentos de solidão neste muro. Até que Jô, um rapaz, aparece à procura de seu cachorro perdido. Jovem, rebelde e livre, mostra à Rosie um mundo de punk rock, e outros vícios. Mas principalmente, apresenta à Rosie o amor.

Fazendo uso do contraste entre o preto e o branco, os autores conseguiram trazer em seus belos traços toda a dor e angústia que envolve o mundo de Rosie. O Muro fala dos medos e incertezas, em uma época que, quando não temos apoio e compreensão, podemos escolher caminhos que à primeira vista parecem fáceis, mas não são. Em nenhum momento nos é questionado "será que isso é certo ou errado?", apenas é. É um fato e é uma realidade, nua e crua. Cruel.

Estar à deriva, junto com Rosie, foi uma experiência aflitiva. Chorei e me emocionei. Meu coração foi despedaçado... Mas ao final, sorri! Pois, como dizem, sempre há uma luz no fim do túnel. 

Amei esta Graphic. Ao final, fiquei querendo mais! 

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Vamos conversar sobre suicídio?

19 setembro 2016
Postado por Livy


Oi, gente! Desde 2014, este mês é Setembro Amarelo, uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o objetivo de alertar a todos a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e como prevenir. 

A estimativa pela OMS - Organização Mundial da Saúde é que a cada 40 segundos alguém comete suicídio. É também estimado que mais de 1 milhão de pessoas acabem com suas próprias vidas por ano. O pior: 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos. Os dados são terríveis! Mas podem ser mudados!

O que leva ao suicídio? A busca por um meio para acabar com a dor emocional, e a falta de apoio! O suicídio é um mal silencioso, pois a pessoa que sofre, não fala, e as pessoas ao redor, por medo ou desconhecimento, não veem os sinais de que uma pessoa próxima está com ideias suicidas.

É importante quebrar qualquer tabu sobre este assunto, por isso, antes de julgar o próximo, ouça. Dê atenção. Uma palavra, uma conversa, um abraço, podem fazer toda a diferença. O maior problema é a pessoa buscar ajuda, tentar ser ouvida, e não encontrar apoio.

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Minhas Leituras de Agosto e meu canal no Youtube

13 setembro 2016
Postado por Livy


GENTE! GENTE! GENTEEEEE! Hoje vim compartilhar com vocês uma super novidade! Finalmente o canal do No Mundo dos Livros no YouTube está no ar, e já tem primeiro vídeo, cheio de amor, para vocês assistirem! ❤ Estou contando sobre minhas Leituras de Agosto

Estava meio tímida... Tenho muito a aprender... Mas estou muito feliz por poder compartilhar minhas ideias e opiniões com vocês por lá! Bora conferir? Acessem: youtu.be/-WDFhhPMpDI ou procurem pelo canal TV No Mundo dos Livros. Espero que vocês gostem! ❤ Depois venham me contar aqui ou nas redes sociais o que acharam deste primeiro vídeo! 

Lá no canal vocês vão poder conferir resenhas, tags, book hauls, unboxings, leituras do mês, dicas de séries e quadrinhos, top 5, fatos sobre mim, dicas de leituras e muito mais. Ah, e vai ter vídeo novo toda semana! Fiquem à vontade para curtir, comentar, compartilhar e se inscrever. Espero vocês lá!

Beijos 

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Placas Tectônicas por Margaux Motin

Postado por Livy

"E foi preciso abrir os ouvidos...
... Escutar as pulsações de possíveis novas existências." 
Margaux Motin, 35 anos. De forma leve, sincera, hilária, nua e crua; com traços delicados, coloridos e cheios de vida, narra em Placas Tectônicas, graphic novel autobiográfica, várias de suas experiências, alguns de seus erros e acertos, novas perspectivas, novos e velhos sentimentos. 

O ponta pé é um relacionamento de anos, fracassado, e uma filha pequena para criar. O final, um novo amor. E no meio disso tudo, com muito bom humor e sem papas na língua: viver! Viver, viver e viver! E não ter a vergonha de ser feliz! 


Pausa pra confissão: como dei risada com Margaux. Me identifiquei com várias das suas experiências... E outras, inimagináveis de tão engraçadas! Margaux vem para sambar na nossa cara e dizer: "Porra, viva!". Errando, caindo, falhando, desafinando, pagando mico... Viva! 


Essa história é sobre a vida como ela é: não vai ser perfeita, nem sempre teremos alegrias, atingiremos e realizaremos todas as metas e sonhos da nossa vida... Nem vai ser como um filme da Disney!  MAS essa é a graça: aprender! 

Somos como placas tectônicas: quando nossas emoções são abaladas, nós também mudamos! As estruturas são reerguidas, as cores se transformam... E em um misto de sentimentos e atitudes, precisamos mudar! O que vai fazer a diferença é... Como vivemos essas mudanças!

Amei Placas Tectônicas! Amei, amei, amei! 

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[Resenha] Pedra no Céu por Isaac Asimov

04 setembro 2016
Postado por Livy

ISBN: 9788576573210
Tradução: Aline Storto Pereira
Ano de Lançamento: 2016
Número de Páginas: 312
Editora: Aleph
Classificação: ♥♥♥

Sinopse: Qualquer planeta é a Terra para aqueles que nele vivem. O alfaiate aposentado Joseph Schwartz desfrutava de uma pacífica caminhada de verão quando, devido a um acidente em um laboratório na mesma cidade, foi involuntariamente transportado milhares de anos para o futuro. Chega então a uma Terra marginal e abandonada, cuja superfície é quase toda inabitável, e que fica às margens de um grandioso Império. 
Isaac Asimov (1920-1992) foi um escritor nascido na Rússia e radicado nos Estados Unidos, desde os seis anos de idade. Tornou-se mundialmente conhecido por seus romances e contos de ficção científica. Iniciou sua carreira literária em 1950, com o lançamento do livro Pedra no Céu (Pebble in the Sky), da série Império Galático, seguidos dos livros: The Star Like Dust (1951) e The Currents of Space (1952). Asimov também escreveu livros com o pseudônimo de Paul French, entre os anos de 1952-1958. Uma de suas séries mais famosas é a Fundação, composta por uma trilogia inicial, publicadas entre os anos de 1951 à 1953, expandidas para mais quatro livros entre os anos 1982-1993. Ele escreveu nada menos que 463 obras literárias. UAU!

Asimov foi um escritor inovador, original e criativo, cujas obras continuam sendo reeditadas e lidas até hoje como se tivessem acabado de ser escritas por ele. Isso se dá porque Isaac Asimov era um visionário. Assim como Leonardo Da Vinci e Júlio Verne, que vislumbraram a criação de máquinas extraordinárias na época em que viveram, Asimov também previu, em suas obras, o micro-ondas, a TV de tela plana, a Internet, a fibra ótica, o computador pessoal, os microchips, os celulares e, pasmem, até da doença epidêmica do século XXI: a depressão. Sim, é de cair o queixo!

Isaac Asimov viveu de perto o início da Guerra Fria, na escalada do poder atômico fomentado pelas superpotências da extinta União Soviética e dos Estados Unidos, o que, de certa forma, influenciou alguns dos seus livros que versam sobre a preocupação – que era global até a década de 1990 – de uma guerra termonuclear. Outro foco em evidência nas obras do autor era a Corrida Espacial, que na década de 1950-1960 envolveu as já mencionadas potências mundiais, em litígio ideológico.

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Veja os antigos!

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